A GAZETA segue como campeã das vendas em bancas – Jornal A Gazeta

A GAZETA segue como campeã das vendas em bancas

Donos de bancas de jornal reafirmam a credibilidade do jornal A GAZETA. (Foto: Odair Leal/ A GAZETA)
Donos de bancas de jornal reafirmam a credibilidade do jornal A GAZETA. (Foto: Odair Leal/ A GAZETA)

Dizer que o jornal impresso irá acabar é uma regra que precisa ser quebrada. É preciso compreender que o que está acontecendo é apenas uma agregação de impacto com a popularidade da internet e dispositivos móveis. Hoje, o jornal não é apenas uma plataforma impressa, ele também possui a réplica digital, o que torna o jornal uma das poucas mídias multiplataforma.

Um relatório divulgado pela Associação Mundial de Jornais e Publishers de Jornais (WANIFRA, sigla em inglês), em junho de 2015, aponta que 93% dos jornais ainda mantém sua versão impressa e, segundo a pesquisa, eles continuarão sendo a principal fonte de receita por muitos anos.

No Brasil, apesar de as bancas de jornal se reinventar para sobreviver, vendendo, por exemplo, sorvetes, água, refrigerante e etc, a venda de jornal impresso não para. Em Rio Branco, poucas bancas ainda comercializam o impresso, a maioria vive da venda de revistas de entretenimento e apostilas para concursos.

Mesmo diante de todas as dificuldades, das pesquisas dizerem uma coisa e a realidade ser outra, vale lembrar que, segundo os entrevistados, o jornal A GAZETA ainda é o mais procurado e vendido para os amantes da leitura impressa. Uma funcionária de banca de jornal, Lucilene Souza, de 30 anos, conta que chegam jornais todos os dias para a venda. Nos finais de semana, a procura por eles é melhor.

Lucilene afirma que A GAZETA é o mais vendido todos os dias, e que as vendas aumentam durante o final de semana. “Eles preferem mais o jornal A GAZETA. Eles comentam muito dos classificados e dos anúncios. Geralmente vendemos todos”, explicou.

Há 40 anos vendendo jornal, José Braga, o ‘Braguinha’, diz que as vendas caíram e que há dias em que pouquíssimas edições são vendidas. “Eu já cheguei a pegar 700 jornais e vender todos, hoje são poucos exemplares por dia”, afirmou.

Mesmo com a queda nas vendas e a despopularização do jornal impresso, Braguinha conta que A GAZETA sobreviveu e ainda é o mais vendido. “Esse é o jornal de maior circulação. Ele pegou fama”, disse o jornaleiro, que vende também bombons, chicletes, pequenas utilidades, cigarros, entre outros.
Quem anuncia aparece

Euclides Cabral Araújo é gerente comercial do jornal. (Foto: Odair Leal/ A GAZETA)
Euclides Cabral Araújo é gerente comercial do jornal. (Foto: Odair Leal/ A GAZETA)

BRENNA AMÂNCIO

O leitor de A GAZETA já deve ter observado que, assim como as emissoras de TVs e rádios, o jornal também dedica um espaço à publicidade. Anúncios e classificados para alguns é a melhor parte da leitura.

O gerente comercial de A GAZETA, Euclides Cabral Araújo, explica como funciona esse serviço. Aquelas propagandas no rodapé da página, ou até mesmo as que levam quase todo o espaço da folha, não estão ali por acaso. Ao fechar contrato com a empresa de comunicação e anunciantes, o cliente escolhe onde quer que seu produto esteja estampado a fim de atrair o público alvo.

Euclides relata que o grande desafio é manter uma boa carteira de clientes e garantir uma parceria de confiança com os anunciantes.

“Meu trabalho consiste em fazer contato com os clientes, vender espaços para os anunciantes e garantir o retorno financeiro para a empresa. Tudo é feito em tempo real. O anúncio a ser publicado hoje não pode ser acumulado para amanhã. Além disso, ter um bom relacionamento com os nossos clientes e parceiros, é fundamental. Temos que manter uma boa parceria com as agências em outros estados e com nosso representante em todo o Brasil, estando os principais em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo”, aponta.

E esse é um trabalho que Euclides consegue fazer de olhos fechados. Afinal, já são 30 anos de serviço em A GAZETA.

O gerente comercial começou como diagramador do jornal. Nessa época, as pautas eram todas escritas em um papel lauda. O jornal era todo redigido em máquina Olivetti.

“Quando faltava luz, você recorria à vela, pois o jornal tinha que circular no dia seguinte. Nesse tempo tinham muitas quedas de energia. Dois anos depois, o Silvio Martinello, um dos fundadores da empresa, me chamou para trabalhar no comercial. Eu cuidava da parte comercial e ajudava o financeiro”, recorda.

Ele garante que os clientes gostam da credibilidade do jornal A GAZETA por ser o de maior circulação do Estado e por sua linha editorial. “O jornal tem um nome forte”, declara.

Para conquistar novos clientes, Euclides expõe as vantagens de anunciar no jornal A GAZETA. “É um jornal impresso a cores diariamente. Além da capa, se o anunciante quiser, podemos colorir a página que ele preferir”.

Uma das maiores dificuldade para o setor comercial do jornal A GAZETA é o fuso horário. A diferença chega a ser de três horas em relação à Brasília no horário de verão, o que dificulta os contatos com os clientes de outros estados. “O setor comercial é o pulmão da empresa. Sem ele, é muito difícil prosseguir”, defende.

Até hoje, o sentimento que Euclides guarda é de gratificação. “Nós começamos muito pequenos e hoje em dia somos uma empresa muito respeitada. Sou muito grato ao Silvio Martinello por ter me dado a oportunidade de fazer parte dessa história”, declara com um sorriso confiante.

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