A inexperiência x salto alto

Postado em 08/08/2015 21:51:07

Hoje dia 08/08/2015 é o Dia: Nacional de Combate ao Colesterol, Estadual do Sindicalista/RJ, de São Domingos, Mundial do Pedestre, do Pároco.

Diante dos fatos, achei muito interessante as colocações do Fucs e tomo a liberdade de reproduzir trechos mais relevantes de seu artigo.

Blog do Fucs (ÉPOCA)
“Uma lista esperta para entender por que a popularidade do prefeito de São Paulo é a pior entre os governantes das principais capitais do país.

Diante de seus feitos em pouco mais de dois anos de governo, Haddad se habilita, desde já, a conquistar um lugar privilegiado na galeria dos pio-res prefeitos de São Paulo em todos os tempos. Se chegar lá, como tudo leva a crer até agora, ele deverá se unir no pódio a Luíza Erundina, que governou a cidade de 1989 a 1992, quando ainda estava no PT, e ao malufista Celso Pitta, que a sucedeu, dois ícones da má gestão na cidade.

7 barbaridades de Fernando Haddad das quais jamais esqueceremos.

1.A criação das piores ciclovias do mundo
Obviamente, ninguém é contra as ciclovias por princípio. O que muita gente contesta são as ciclovias que Haddad está implantando na cidade. Consideradas como uma vitrine de sua administração, por mais absurdo que isso possa parecer, as ciclovias de Haddad nem mereceriam ser chamadas como tais, de tão ruins que são, de tão improvisadas que são.  Elas não passam de faixas vermelhas pintadas a esmo no asfalto – não por acaso, ele recebeu a alcunha de “prefeito Suvinil”.

2. A implantação de faixas exclusivas de ônibus fora dos grandes corredores de tráfego.
Haddad subverteu a boa gestão urbana ao promover a proliferação indiscriminada de faixas exclusivas para ônibus. Como no caso das ciclovias, sem critérios técnicos para justificá-las.

3. A invasão recorde de terrenos municipais
É provável que, em nenhuma outra gestão, a prefeitura paulistana tenha sido tão conivente com a invasão de terrenos públicos por grupos organizados, como o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST).

4. O abandono das ações para recolhimento de mendigos, sem-teto e “nóias” das ruas
Desde a gestão de Luíza Erundina na prefeitura de São Paulo, no final dos anos 1980, São Paulo não tinha tantos mendigos e sem-teto improvisando moradias e criando novas favelas em áreas públicas, em especial em praças e embaixo de viadutos.

5. A suspensão do Controlar e a ocupação de áreas de mananciais
Em cumprimento a uma promessa de campanha, Haddad acabou com o Controlar, o programa que obrigava os veículos emplacados na cidade, inclusive motos, ônibus e caminhões, os maiores vilões, a passar por uma verificação de emissão de poluentes.

6. A desvalorização do patrimônio histórico
Numa demonstração do apreço que tem pelo patrimônio histórico da cidade, Haddad autorizou a realização de grafites nos arcos da avenida 23 de maio, que liga a zona sul à zona norte. Chamados por ele de “muro de arrimo”, os arcos foram restaurados pelo ex-prefeito Jânio Quadros, final dos anos 1980. A relevância histórica dos arcos havia sido reconhecida pelo Conpresp, o órgão municipal de proteção ao patrimônio, em 2002.

7. A deterioração da Vila Madalena
Haddad ainda conseguiu detonar a Vila Madalena, que, por seu charme e pela agitação noturna, já foi tema de novela da Globo. Um dos endereços preferidos dos notívagos paulistanos e um dos bairros mais valorizados da cidade, a Vila Madalena transformou-se em palco de comemorações da Copa do Mundo na cidade e de desfile de blocos de Carnaval por iniciativa da prefeitura. Muitos imóveis foram até depredados em meio ao ziriguidum patrocinado por Haddad. Se os comerciantes da Vila nunca foram exemplos de respeito ao Psiu, o programa de controle de barulho da cidade, agora o problema se potencializou como nunca antes se havia visto no bairro”.

Outra que agora está virando piada nas redes sociais é a redução da velocidade das marginais onde um automóvel é ultrapassado por uma bicicleta.

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