Ano novo, vida nova – Jornal A Gazeta

Ano novo, vida nova

A chegada do final do ano sempre me faz refletir sobre tudo que vivi ao longo dos doze meses. E, depois de vários anos prometendo mudanças, finalmente este ano foi diferente.

Com muito esforço consegui cuidar da minha alimentação, me matriculei em uma academia (quase nos 45 do segundo tempo, mas consegui), fiz a tatuagem que queria há mais de 10 anos, tenho tentado ser uma pessoa melhor para minha família e meus amigos, me transformei em uma pessoa mais tranquila e um pouco menos ansiosa, entre outras mudanças.

Este ano, mais que os outros, eu quis mudar e mudei. Mudei por dentro e por fora, mudei para melhor. Afinal, mudar faz bem para autoestima, faz bem pra pele e para o cabelo.

Que tal apostar em mudanças para o ano de 2017? Comece pelas pequenas mudanças. Mude a rota que você faz do trabalho para casa, conheça outras ruas. Mude o perfume que você usa, compre um mais doce ou mais suave. Mude as cores das roupas, o sabor da pizza, do sorvete, sinta outros sabores.

Mude. Ser sempre a mesma pessoa não tem graça. Seja divertido! Ria dos seus próprios defeitos, do seu deslize, do seu tombo. Sorria.

Uma vez me disseram que existem três tipos de mudanças na vida: aquelas que você pensou e decidiu fazer, as mudanças que você foi convidado a participar junto com outras pessoas e aquelas que a vida te abrigou a fazer.

Por isso, comece este ano que vem chegando com mudanças, sejam pequenas ou grandes. Como diz o poeta Fabrício Carpinejar “mudar é sinal de sensibilidade, é demonstração de tolerância e de humildade: o pensamento evolui, a opinião se transforma, a convivência influencia o seu comportamento”.

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