Cláudio Porfiro – Página: 43 – Jornal A Gazeta
  • Entre sírios e libaneses

    O INVERNO DOS ANJOS DO SOL POENTE  – CAPÍTULO XXII Amargam-se as derrotas, mas não se comem as vitórias, apesar do gosto deveras saboroso, inigualável. Indo mais na profundidade, lembro o Goethe que afirmava que, de um modo geral, o homem tem que, obrigatoriamente, andar...

  • Entre sírios e libaneses

    O INVERNO DOS ANJOS DO SOL POENTE  – CAPÍTULO XXII Amargam-se as derrotas, mas não se comem as vitórias, apesar do gosto deveras saboroso, inigualável. Indo mais na profundidade, lembro o Goethe que afirmava que, de um modo geral, o homem tem que, obrigatoriamente, andar...

  • O INVERNO DOS ANJOS DO SOL POENTE / CAPÍTULO XXI

    Médio AmazonasEstamos já no quarto dia de uma viagem insólita em que os personagens de importância real logo se fizeram tediosos, principalmente, porque dizem quase sempre a mesma coisa ou nada dizem, a não ser, esporadicamente, uns com os outros e quase nunca comigo. –...

  • O INVERNO DOS ANJOS DO SOL POENTE / CAPÍTULO XXI

    Médio AmazonasEstamos já no quarto dia de uma viagem insólita em que os personagens de importância real logo se fizeram tediosos, principalmente, porque dizem quase sempre a mesma coisa ou nada dizem, a não ser, esporadicamente, uns com os outros e quase nunca comigo. –...

  • Eu, à toa, quem diria?

     Nasci artista, formei-me em Letras e na bebida busco esquecer. Não trabalho em nenhuma editora, mas vivo revisando e revisitando textos que não me dizem respeito ou não me pediram para revisar ou revisitar. Pela manhã, ligo aquela máquina infernal, arlequinal, dantesca, que me leva...

  • Eu, à toa, quem diria?

     Nasci artista, formei-me em Letras e na bebida busco esquecer. Não trabalho em nenhuma editora, mas vivo revisando e revisitando textos que não me dizem respeito ou não me pediram para revisar ou revisitar. Pela manhã, ligo aquela máquina infernal, arlequinal, dantesca, que me leva...

  • Entre negrinhos e negrões

    Éramos um bando de negrinhos retintos, tisnados, tizius, bem mais acima de marrons, quase azuis. Íamos e vínhamos, de cá pra lá e de lá pra cá, quase incessantemente, do nascer ao por do sol, sim, porque à noite havia zoada de zabumba, sanfona e...

  • Entre negrinhos e negrões

    Éramos um bando de negrinhos retintos, tisnados, tizius, bem mais acima de marrons, quase azuis. Íamos e vínhamos, de cá pra lá e de lá pra cá, quase incessantemente, do nascer ao por do sol, sim, porque à noite havia zoada de zabumba, sanfona e...

  • Mais dez anos congelados!

    Já não diz o poeta que é preciso saber viver? Não mais sequer acredito nisso. É falácia pura. Viver fustigado por um verdugo que nos afaga o pescoço a ser brevemente decepado não é viver. É morrer, certamente. Na verdade, enganam-nos como enganam o velho...

  • Mais dez anos congelados!

    Já não diz o poeta que é preciso saber viver? Não mais sequer acredito nisso. É falácia pura. Viver fustigado por um verdugo que nos afaga o pescoço a ser brevemente decepado não é viver. É morrer, certamente. Na verdade, enganam-nos como enganam o velho...