Coluna Política Local – 07/09/2017 – Jornal A Gazeta

Coluna Política Local – 07/09/2017

Satisfeito
O senador Gladson Cameli (PP) está sorrindo à toa. É que chegou a notícia de que o MPF encaminhou ao ministro Edson Fachin, do STF, um pedido de retirada do nome de Gladson das investigações no âmbito da Operação Lava Jato. “Sempre confiei com serenidade na Justiça, porque a verdade prevalece”, disse ele.

Doação de órgão
O deputado Heitor Junior (PDT) encampou uma campanha a favor da doação de órgãos. O parlamentar acertou no debate. Ele fez uma observação que vale a pena ser replicada: quando uma família deixa de doar um órgão, além de enterrar seu parente, enterra um desconhecido também. Fato! Alguém poderia estar sendo salvo com o simples gesto de dizer sim.

Ativo
O deputado Antonio Pedro (DEM) pode chegar a Xapuri e pedir votos sem ser chamado de omisso, porque tem cumprido o seu mandato sempre na defesa de solução de problemas do município.

Sei não
O presidente do Partido Republicano da Ordem Social (PROS) no Acre, Roberto da Princesinha, está entusiasmado com o crescimento da legenda em todas as camadas sociais do Estado. O partido, segundo o dirigente, é o que mais cresce mesmo tendo sido fundado há menos de quatro anos.

É candidato
O lobby do presidente do PROS tem um motivo. Ele pretende ser candidato nas eleições do próximo ano. O foco para 2018 é dobrar a bancada na Aleac, eleger um deputado federal, indicar o candidato a vice-governador e a vaga de um dos suplentes de senador. Terá muito trabalho pela frente.

Complicado
Um leitor me mandou um e-mail comentando sobre a aliança SOLIDARIEDADE-PTB-PPS. Diz que não bota fé. O motivo: os grandes nomes da oposição com chances de vitória estão em outro grupo. Até concordo com a opinião do leitor, porém, não necessariamente é uma regra.

Pode eleger
Em tempos de crise de política, pode-se esperar que qualquer coisa aconteça, inclusive, que candidatos considerados inexpressivos ganhem eleições. Acho cedo ainda para opinar quanto à possibilidade de vitória, afinal, muita água rola debaixo da ponte até a divulgação oficial dos candidatos.

Muito trabalho
O vereador Manuel Marcos (PRB) é candidato à Câmara Federal em 2018. Terá um trabalho árduo pela frente tendo em vista que seu reduto eleitoral é Rio Branco. Terá que montar uma estrutura de guerra para se fortalecer no interior. Só os votos da Capital não lhe darão a vitória.

Chapa forte
O PCdoB prepara uma chapa forte para 2018. O objetivo é recuperar o espaço perdido na última eleição. Terão muitos candidatos tanto na esfera estadual quanto federal. O foco é vencer. Arrisco dizer que Perpétua Almeida tem grande chance de voltar à Câmara Federal. Edvaldo Magalhães também. A única coisa em seu desfavor é o fato de ter passado muito tempo sem mandato, mas nada que não possa ser revertido. Base eleitoral ele tem.

No jogo
A ex-vice-prefeita de Senador Guiomard, Branca Menezes (PSDB), está de volta no jogo. Seu nome é um dos cogitados no partido como candidata a deputada estadual. O martelo ainda não foi batido, mas a chance de ser uma das candidatas cresce a cada dia.

Crescendo
A vereadora Elzinha Mendonça (PDT) tem conquistado o eleitorado por sua humildade e simpatia. É uma figura constante nos bairros, conversando e avaliando as demandas da população. Sem contar que tem fortalecido suas bases. Está em ascensão na política.

Não vai ter golpe
O presidente do PDT, Luiz Tchê, garante que a sigla terá uma chapa forte nas eleições de 2018 tanto ao parlamento estadual quanto federal. Assunto já definido e não tem quem o faça voltar atrás.

Bem avaliado
Caso o prefeito Marcus Alexandre mantenha esse ritmo de trabalho que adotou desde o primeiro dia desta sua segunda administração, ele poderá chegar ao final do seu mandato como um dos gestores municipais mais bem avaliados.

Perdendo imunidade
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve revogar a imunidade penal concedida a Joesley Batista e outros dois delatores do grupo J&F, em razão da omissão de fatos descobertos no áudio que veio a público nesta semana.

Presos
Sem a imunidade, os executivos podem ser denunciados, processados e condenados pelos crimes que cometeram. Portanto, ficam sujeitos à eventual condenação de pena privativa de liberdade – prisão – ou até um pedido de prisão preventiva no curso de investigações.

Tirando o foco
A ex-presidente Dilma Rousseff disse que a denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que a ela imputa organização criminosa, tem a finalidade de apenas desviar a atenção das gravações divulgadas.

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