Coluna Política Local – 10/11/2017 – Jornal A Gazeta

Coluna Política Local – 10/11/2017

Eles não querem
O PRP está formando uma aliança com PPL-PMB-PSOL-PV-PHS para a disputa à Câmara Federal. Essa chapinha representa dor de cabeça ao presidente do PDT, Luiz Tchê, tendo em vista que alguns dirigentes já sinalizaram que não aceitam a chapinha formada pelo pedetista (PDT-PRB-Podemos). Alegam que o PDT já tem o cargo de vice na chapa majoritária da FPA.

Já foi contemplado
Esse pensamento também é compartilhado pela cúpula petista. O presidente do PT já até verbalizou que o PDT deveria desistir da chapinha e se juntar ao chapão da FPA. A justificativa foi a mesma do presidente do PRP, Julinho: já tem o cargo de vice.

Aqui não!
O ex-deputado Chico Viga foi barrado no PRP. O motivo, os demais candidatos não aceitam disputar tendo Viga na chapa. Sabem que suas candidaturas servirão apenas de suporte para o ex-parlamentar retornar à Aleac.

Vai ser candidato
Ser ‘rejeitado’ pelos partidos da FPA não impedirá Chico Viga de sair candidato. Já anunciou que, nem que seja pela oposição, concorrerá a uma das vagas na Assembleia Legislativa em 2018.

Foi barrado
Quem também foi barrado no PRP foi o secretário de Saúde, Gemil Junior pelo mesmo motivo que Chico Viga.

Falta corpo
O PMDB se confiou na aliança com outros partidos para a disputa ao parlamento estadual e federal e agora paga pelo excesso de confiança. Não tem um grupo de candidatos o suficiente para garantir a vaga nem de quem já tem mandato.

Não querem
Nenhuma sigla quer sacrificar seus candidatos para salvar os do PMDB.

Culpa do PMDB
Ao conversar com alguns dirigentes, percebe-se que o maior culpado por essa situação é o próprio PMDB. É conhecido por rifar seus aliados em benefício próprio. O feitiço está virando contra o feiticeiro.

Desunidos?
O senador Gladson Cameli (PP) até que tentou reunir todos os vereadores da oposição para um bate-papo. Emerson Jarude (livres) e Clésio Moreira (PSDB), cordialmente, negaram o convite. Clésio porque não morre de amores pelo senador; Jarude prefere não ser confundido como uma oposição convencional e estaria disposto a apoiar a candidatura de Coronel Ulysses ao governo do Acre, uma espécie de terceira via.

Desdenha
O ex-prefeito Vagner Sales (PMDB) desdenha da decisão do DEM em ter candidatura própria ao parlamento estadual e federal, mas até um dia desses o PMDB estava correndo atrás dos democratas para formar uma aliança. Foi só receber o não que os comentários irônicos começaram.

E agora?
Leitor me manda e-mail perguntando se o Moisés Diniz (PCdoB) será candidato à Assembleia Legislativa. Então, meu caro, a resposta é simples: não sei. Aliás, ninguém sabe. O futuro político do comunista é uma grande incógnita.

Não é prioridade
Na esfera federal, a prioridade dos comunistas será eleger Perpétua Almeida, logo, sua candidatura torna-se complicada. Na esfera estadual o partido tem nomes fortes. Tem a reeleição de Jenilson Leite, além das candidaturas de Eduardo Farias e Edvaldo Magalhães. A questão é: ele vai querer arriscar?

Não será ele
Uma coisa é certa. Moisés não será o vice de Marcus Alexandre na disputa ao governo. Os comunistas bem que tentaram, mas a reivindicação não passou foguinho. O martelo já foi batido e não tem mais volta. Emylson é o dono da vaga.

Melhorou a imagem
Alan Rick (DEM) ganhou forças desde que saiu do debate de vice na chapa majoritária da oposição. Focou no seu trabalho como deputado federal e tem recebido bastante elogio. Trabalhar sua reeleição foi a decisão mais acertada que tomou.

Não gostaram
Alguns dirigentes democratas não gostaram do anúncio de que o DEM possivelmente apoiará a candidatura do Coronel Ulysses ao governo do Estado. Reclamam que não participaram da decisão. O receio é que essa debandada coloque em risco a possível eleição de Gladson Cameli.

Vice de Gladson
Já tem oposicionista defendendo que Ulysses seja o vice de Gladson. Acreditam que a chapa se fortaleceria e se tornaria ainda mais competitiva.

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