Coluna Política Local – 20.01.2018 – Jornal A Gazeta

Coluna Política Local – 20.01.2018

Pediu para sair
Depois de 17 anos de militância, o empresário Aurélio da Farmácia resolveu se desfiliar do PSB. Ele foi o primeiro dirigente da sigla no município de Senador Guiomard. Uma perda enorme para o partido.

Desvalorizado
“Vou procurar um partido que valorize minha presença e garanta autonomia para trabalhar e decidir os rumos políticos do partido no município”.

Apoiando Marcus
Aurélio garante que, mesmo deixando o partido, continuará apoiando a pré-candidatura de Marcus Alexandre (PT) ao Governo do Acre.

Na estrada
O pré-candidato ao governo, coronel Ulysses Araújo, partiu para o Vale do Juruá, juntamente com o presidente do DEM, Tião Bocalom. Segundo Bocalom, a viagem tem a finalidade de fortalecer a campanha do militar e, de quebra, a sua candidatura para deputado federal.

Nos municípios
A viagem começou por Cruzeiro do Sul. A dupla passará também por Santa Rosa, Jordão e Marechal Thaumaturgo. Na volta, os dois pré-candidatos também pretendem realizar agendas em Tarauacá, Feijó e Sena Madureira.

Candidato pelo DEM
Essa agenda só corrobora a tese de que Ulysses poderá realmente sair candidato pelo DEM, muito embora o assunto não tenha sido tratado com nenhum dirigente do partido, muito menos com os detentores de mandatos.

Apoiando Cameli.
Por falar nisso, o deputado estadual Antonio Pedro (DEM) reagiu com indignação ao anúncio de Tião Bocalom. Fez questão de frisar que sua presença será no palanque de Gladson Cameli (PP).

Deputado ativo
O deputado federal Léo de Brito conseguiu a liberação de R$ 75 mil de um total de R$ 250 mil, para a recuperação do Parque ‘Capitão Ciríaco’.

Reforço no chapão
Corre nos bastidores a informação de que o ex-deputado federal Henrique Afonso reforçará o chapão do PT na Câmara Federal. A FPA tenta impedir que a bancada petista na Câmara seja reduzida.

Dureza I
Cresce os rumores de que o PP e o PMDB formarão aliança na disputa de vagas na Assembleia Legislativa. Será uma chapa bastante competitiva, sem dúvidas. Estarão presentes Gehlen Diniz (PP), Wendy Lima (PP), José Bestene (PP), Eliane Sinhasique (PMDB), Roberto Duarte (PMDB), Antonia Sales (PMDB), e Meiri Serafim (PMDB). Todos com ótima estrutura para o processo eleitoral.

Dureza II
Outra aliança competitiva é a do PRB e Podemos, que contarão com a presença de Juliana Rodrigues, André da Droga Vale, Raimundinho da Saúde e Josa da Farmácia. Com nomes de peso, dificilmente outras lideranças se juntarão nessa aliança. Isso significa que pelo menos dois desses parlamentares ficarão de fora da próxima legislatura.

Como será?
Muita expectativa no retorno dos trabalhos na Aleac. Primeiro, por ser um ano eleitoral. Segundo, pela votação que derrubará ou não o veto do governo ao PL de Raimundinho da Saúde, que transformou o Pró-Saúde em uma autarquia.

Bons debates
Quanto à mesa diretora, a expectativa é que se mantenha o ritmo dos anos anteriores. Com Ney Amorim (PT) na presidência, os debates correram livremente e os deputados tiveram ampla liberdade para usar a tribuna da Casa.

Combate ao crime organizado
O governador Tião Viana e o procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque, reafirmaram o compromisso do Estado junto ao Ministério Público do Acre na parceria de combate à corrupção e ao crime organizado.

Resultados
Só nos últimos dois anos, o trabalho entre o MP/AC e o Sistema Integrado de Segurança Pública resultou em 815 denunciados por integrar organizações criminosas no Estado, além da recuperação de mais de R$ 12 milhões de ativos para o Estado somente em 2017, por meio do Gaecco.

Cobrou o presidente
Por falar em Tião Viana, durante reunião com o presidente da República, na última quarta-feira, o governador pontuou sobre os problemas do narcotráfico na região de fronteira entre os Estados da Amazônia brasileira, o Peru e a Bolívia.

Os culpados
Tião credita o avanço das facções criminosas no Acre ao narcotráfico. Sem dúvidas, a guerra por territórios do tráfico de drogas nos Estados da Amazônia eleva o número de homicídios.

Números
No Acre, foram registrados mais de 480 assassinados no ano passado. Em 2016, foram mais de 300. Nas duas primeiras semanas de 2018 já são 30 homicídios. Diante dos dados, é fundamental que o Governo Federal tenha mais participação da resolução do problema.

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