Coluna Política Local – 28/11/2017 – Jornal A Gazeta

Coluna Política Local – 28/11/2017

Chapa majoritária
A FPA anuncia nesta terça-feira, 28, as chapas para o governo do Estado e Senado. Para quem achava que o secretário Emylson Farias (PDT) seria cortado da vaga de vice, enganou-se. Até que o PSB e PCdoB tentaram brigar pela vaga, mas não surtiu efeito.

Senado
Jorge Viana e Ney Amorim, ambos do PT, serão oficializados como os candidatos ao Senado pela FPA. Ambos com chances de vitória. O Presidente da Aleac tem sido o pré-candidato que mais cresceu nas últimas pesquisas de intenções de votos.

No PSB
Cotada para ser a suplente do pré-candidato do PT ao Senado, Ney Amorim, a chefe da Casa Civil, Márcia Regina, se filiou ao PSB ontem. O ato foi prestigiado por dirigentes dos partidos da Frente Popular do Acre, assessores do governo e o senador Jorge Viana.

Presente em 2018
Márcia conversou com a equipe do jornal A Gazeta e afirmou que independente de ser suplente ou não no Senado, estará se engajando no processo eleitoral de 2018.

Fortalecendo o PSB
Quanto sua filiação ao PSB ela frisa que vem “para ajudar o crescimento do PSB na Frente Popular”.

PV
Até 2014, a chefe da Casa Civil foi filiada ao PV. Saiu depois que o partido, à época, foi para a oposição. Márcia retorna à militância político-partidária pelo PSB, sigla por onde seu esposo, o Doutor Julinho, foi candidato a deputado em 2014.

Tem chapinha
O presidente do PDT, Luiz Tchê, voltou a negar que a chapinha para disputa a Câmara Federal esteja se desintegrando. Segue firme e forte. O PDT pode até sair da chapinha, mas ela seguirá com os demais partidos.

Chapa própria
Tchê não descarta a possibilidade do PDT sair com uma chapa própria. A situação ainda está sendo avaliada pela sigla.

Perdendo
Democratas sofreu as primeiras baixas após a decisão de Tião Bocalom em apoiar uma candidatura de terceira via dentro da oposição. O empresário Joaquim Lira, ex-presidente da Associação Comercial e Empresarial de Brasileia, desfilou-se do DEM e anunciou uma revoada de filiados do partido no Alto Acre em protesto à postura adotada por Tião Bocalom, o presidente regional do partido no Acre.

Ele disse I
Quanto à saída de Lira, o presidente do DEM, Tião Bocalom, disse que encara a situação com naturalidade. “Faz parte do processo democrático, você só fica onde se sente bem”, disse.

Ele disse II
“Queira ou não, o grupo do Gladson está indo pra cima do meu pessoal há muito tempo. Alguns resistem, outros não. Eu sei que ele não ia mesmo apoiar o Democratas para federal. Ele estava rodando com o sobrinho do Ilderlei em Cruzeiro do Sul”.

Difícil
A saga do PCdoB continua. A sigla tem tido dificuldade em encontrar aliados para a chapa de deputado estadual. Bem provável que acabem saindo de chapa própria ou com o PT.

Na mesma
Outros partidos estão na mesma situação que o PCdoB. PMDB e PSB também estão buscando alianças, mas até o momento só encontraram portas fechadas.

Unidos
Os partidos PSDB-PR-PSD-PMN provavelmente formarão uma aliança na disputa a Câmara Federal. Todos fugindo da coligação com PMDB.

Bem cotada
O PMDB vem com fortes nomes na disputa a Assembleia Legislativa. A ex-deputada Antonia Sales é um deles. É uma forte liderança no Vale do Juruá e tem enormes chances de conquistar uma vaga na Aleac.

Sem chances
Comenta-se nos bastidores que o senador Gladson estaria disposto a conversar com Bocalom para tentar reconquistar o apoio do DEM, mas o tucano já afirmou que não voltará atrás na sua decisão.

E agora?
Só resta agora a Cameli procurar os demais partidos da oposição e fortalecer a união.

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