Consequência perversa – Jornal A Gazeta

Consequência perversa

Em entrevista a este jornal, o prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, deixou transparecer como a atual crise política está atingindo os diversos projetos em andamento também dos municípios com a incerteza sobre o futuro e, sobretudo, com o contingenciamento ou cortes de recursos.

Entre outras obras, o prefeito citou a construção do shopping popular que já deveria estar em fase de conclusão, mas depende da liberação de recursos que já havia sido pactuada com o Governo Federal. E, assim, sucessivamente, com outras obras e serviços importantes para a população.

No caso de Rio Branco, assim como do Estado, ainda está sendo possível realizar muitos trabalhos, manter o pagamento do funcionalismo em dia, porque as finanças estão sendo gerenciadas com rigor. O que não acontece com metrópoles e estados maiores, como o Rio de Janeiro, que está em situação falimentar.

Ou seja, esta é mais uma das consequências perversas da crise política que o atual presidente e seu bando estão infringindo à sociedade. E, apesar das graves denúncias de corrupção, ainda insistem em permanecer governando o país, comprando com milhões e milhões de reais os votos de parlamentares para se safarem da cassação e, posteriormente, da cadeia.

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