Diretórios municipais do Partido dos Trabalhadores elegem novos presidentes – Jornal A Gazeta

Diretórios municipais do Partido dos Trabalhadores elegem novos presidentes

 O Partido dos Trabalhadores (PT) elegeu no último domingo, 9, as novas direções municipais da sigla nos 22 municípios acreanos.  Na capital, o comando do diretório ficará por conta do professor Marcos Inácio, o Marcão.

Entre os pontos citados como principais de sua gestão, o novo presidente pontuou “organizar o partido, retornar as nossas bases, para a classe trabalhadora, movimentos sociais, formação da nossa militância pra que eles comecem a entender um pouco melhor o processo político e o último é começar a discutir para o processo eleitoral de 2018”.

O prefeito Marcus Alexandre frisou que Marcos Inácio terá um papel importante no diálogo do partido com a sociedade. “Companheiro Marcão é uma pessoa histórica no partido, uma pessoa que sempre foi um exemplo por onde passou, por onde trabalhou. Acho que o Marcão vai ser uma boa interlocução pra dentro do partido e também pra sociedade”, disse.

O militante Cesário Braga, por sua vez, ressaltou o trabalho dos antigos presidentes. “Quero externar de público meus agradecimentos aos nossos presidentes municipais e deixar os sinceros parabéns para cada direção que durante esses quatro anos conduziram o PT a grandes vitórias”.

Eleição estadual

A eleição para a executiva regional do partido acontece em maio. A princípio o nome cogitado para concorrer à vaga era o de Cesário Braga, porém, depois de algumas reuniões, confirmou-se o nome do deputado estadual Daniel Zen.

Quanto ao assunto, o governador Tião Viana disse que o assunto já está resolvido e confirmou o nome de Zen na disputa. “O PT é um partido que exerce a democracia com intensidade. É um partido que aprendeu com um único caminho para um projeto de nação. Não há um movimento no PT que não tenha um contencioso, que não tenha um conflito. O que houve foi mais um passo de amadurecimento, de irmandade e de companheirismo”.

Daniel Zen, por sua vez, reafirmou que não teria aceitado a proposta sem não tivesse tido a anuência do colega de partido. “Na verdade entre mim e o Cesário sempre esteve tudo muito bem alinhado. Foi uma decisão que foi tomada coletivamente. Eu não teria aceitado substituí-lo como presidente do diretório regional se ele não aceitasse declinar. Isso a gente conversou bem.”

 

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