Gazetinhas – 13.04.2018 – Jornal A Gazeta

Gazetinhas – 13.04.2018

*Tempinho agradável neste restinho de semana.
*E nosso brujo do tempo confirma:
*Um frente fria de fraca intensidade deve chegar, neste sábado, provocando ventos fortes e a possibilidade de chuvas;
*Porém, apenas um leve declínio de temperatura, na Capital acreana.
*Em outras palavras:
*Uma friagenzinha bem meia boca, daquelas em que não dá tempo nem de tirar a capa do armário.
*Você já foi mais eficiente, Friale.
*Tsc, tsc, tsc.
*E como previsto, não deu outra:
*Deputado Leo de Brito foi o primeiro da bancada federal acreana a aderir ao sobrenome “Lula”,a exemplo do que fizeram alguns de seus colegas de partido.
* “Leo de Brito Lula” é como o parlamentar acreano quer se chamado agora, no painel da Câmara dos Deputados.
*Ai ai.
*Não demorou muito para o deputado Major Rocha se posicionar sobre o assunto e classificar o ato como crime (!), previsto no artigo 287 do Código Penal Brasileiro, que versa sobre a apologia a fato criminoso ou a autor de crime.
*Exageros e muita politicagem (de ambos os lados) à parte, veio do deputado tucano, entretanto, um posicionamento pertinente sobre alguns excessos que estão sendo cometidos por apoiadores do líder petista no Congresso Nacional.
*Entre eles, na Câmara, um pedido sobre a criação de uma comissão externa para visitar Lula na prisão;
*E, no Senado, a aprovação de uma “inspeção” na carceragem da Polícia Federal de Curitiba, onde o ex-presidente está cumprindo a pena.
*Disse Rocha sobre as propostas:
* “Não tenho nada contra quem quer visitar Lula na cadeia, acho até um gesto de companheirismo daqueles que dividiram palanques e muitas outras coisas com ele”.
*Porém, contudo, todavia…
* “Não posso concordar que o povo brasileiro pague qualquer conta dessas reuniões”.
*E o pior é que faz todo o sentido.
*Que os colegas de partido e demais apoiadores do ex-presidente lutem na Justiça ou nas ruas por sua causa e direitos é um ato legítimo e próprio da democracia.
*Mas, definitivamente, é preciso resgatar o bom senso e a sanidade até (!), para que o Congresso brasileiro não seja utilizado (mais ainda) como um puxadinho dos comitês de partidos políticos.
*Quando dá para Major Rocha ser a voz lúcida na política brasileira, hein…
*Tá tudo esparramado mesmo.
*Ainda sobre lucidez (sempre necessária)…
*Vale conferir, na página 3, o artigo da deputada estadual Eliane Sinhasiquesobre a aprovação do Estatuto da Família de Rio Branco.
* “Com ‘família’ ou sem ‘família’, os diretos são iguais!”, defende ela.
*E por um motivo muito óbvio:
*Somos todos humanos.
*Bota a boca no microfone, pequena!

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