Mais de 500 casas foram entregues no Programa Cidade do Povo

Postado em 30/06/2014 15:22:26 RESLEY SAAB

Maior conjunto habitacional da Região Norte continua sendo ocupado pela população que mais precisa, como a mulher ao lado, com o governador Tião Viana

Maior conjunto habitacional da Região Norte continua sendo ocupado pela população que mais precisa, como a mulher ao lado, com o governador Tião Viana

Após serem entregues mais 509 casas ontem, 29, dentro do que já é considerado o maior bairro do Acre, o Cidade do Povo – complexo habitacional com mais de 10,5 mil residências -, o Governo do Estado do Acre consolida mais uma etapa do seu plano de investimento econômico e social por uma sociedade melhor.

E o evento de foi duplo: além das casas do Programa Minha Casa Minha Vida, no Cidade do Povo, no Complexo Industrial da Piscicultura, os ministros das Cidades, Gilberto Occhi, e da Pesca e Aquicultura, Eduardo Lopes, inauguraram com o governador Tião Viana a fábrica de ração de peixes.

Antes, porém, na primeira agenda, às 9 horas, Occhi, Lopes e Tião consolidaram mais um sonho para as centenas de famílias que não têm onde morar. Das 509 casas, 100 delas são financiadas pelo Banco do Brasil. As demais 409 foram feitas pela Caixa Econômica Federal.

De acordo com a assessoria do Governo do Estado, esse total pode ser somado “às 392 chaves já recebidas em maio, por famílias que moravam em área de risco”.

Das exatas 10.518 casas do projeto Cidade do Povo, mais de 50 mil pessoas serão beneficiadas.

“O investimento total é de R$ 1,1 bilhão, com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), do Governo Federal, gerido pelo Ministério das Cidades”, explica a assessoria.

E nos 700 hectares, “as moradias contam com toda infraestrutura e equipamentos públicos prioritários”.

(Fotos: Secom)

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Programa de Piscicultura se consolida com a fábrica de ração

Ração para peixe sempre foi um entrave para o crescimento da piscicultura no Estado, há quatro anos um piscicultor de Cruzeiro do Sul, por exemplo,comprava ração de peixes em São Paulo ou Paraná e remetia para Porto Velho, depois pegava uma balsa para Manaus e só cerca de 70 dias depois ela chegava ao vale do Juruá.  Essa saga logística até parece que aconteceu há 100 anos, mas foi uma constante até bem pouco tempo.

Hoje essa realidade é completamente diferente, pois aqueles mesmos piscicultores, lá do Juruá, contam com uma rodovia com trafegabilidade de inverno a verão; apoio do governo para abertura de viveiros; modernos laboratórios de alevinos; frigoríficos em fase final de construção que em breve entram em funcionamento, e agora uma fábrica de rações para peixes, a mais moderna do Brasil.

A fábrica de ração do complexo industrial de piscicultura do Acre une alta qualidade e alta produtividade, e é a primeira fábrica no Brasil especializada em ração para peixes carnívoros. Por dia ela produzirá cerca de 200 toneladas de ração, o suficiente para abastecer o Acre e estados vizinhos. Para garantir esta produção, a fábrica usará cerca de 120 toneladas de grãos por dia. Produto que vai ser comprado dos agricultores do Acre.

Com a inauguração que realizada neste domingo, 29, os piscicultores, que sempre sofreram com o elevado preço da ração, acreditam que as coisas para o setor vão melhorar mais.

“Com essa fábrica eu acredito que o preço vai baixar, nós cooperados e sócios do complexo, vamos ter alguns benefícios na hora da compra. Então, eu acredito que as coisas vão sim ficarem boas, nosso lucro vai aumentar”, comenta Francisco Antônio, piscicultor da comunidade Panorama, zona rural de Rio Branco.

A ração produzida pela fábrica irá abastecer o mercado local e nacional, que está em grande ascensão. Segundo dados da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) o mundo vai dobrar seu consumo de peixes em 10 anos e aponta o Brasil como o potencial provedor desta demanda de mercado.

Para Jaime Brum, assessor da Peixes da Amazônia – empresa pública, privada e comunitária, que administra o complexo de piscicultura – para que isso se torne possível o Brasil teria que aumentar sua produção em até 50 vezes.

“Isso demonstra que o Acre está bem posicionado no difícil papel de ser produtor – exportador competitivo, pois o Brasil e o mundo querem nossa produção de surubim e pirarucu. Mostra também que o governador Tião Viana acertou em apostar na produção de peixe do Estado aliado a industrialização”, afirma Brum.

Mas enquanto o Acre caminha para um processo futuro de exportação, os piscicultores acreanos vão ganhando técnica, experiência, aumentando sua produção e abastecendo o mercado local. Jose Benício da comunidade Quixadá, possui 4,7 hectares de lâmina d’agua e na sua última despesca retirou dois mil quilos, só de surubim.

“Este ano eu consegui ganhar um bom dinheiro, porque eu comprei no Centro de Alevinagem um alevino de surubim de qualidade, ao custo de R$ 0,90, sendo que no passado eu cheguei a pagar pelo mesmo R$ 4,00, então meu lucro foi lá em cima”, confessa empolgado com os resultados.

Para o secretário de Desenvolvimento Florestal, da Indústria, do Comércio e dos Serviços Sustentáveis, Edvaldo Magalhães, exemplos como de Benicio se tornaram comuns em todo o Estado.

“Três fatores garantem uma piscicultura de qualidade e competitiva: alevinos com boa genética, ração com poder de conversão e um frigorífico que garante o processamento. O complexo industrial da piscicultura soma esses três fatores em um único endereço, têm alevinos de qualidade, ração, competitiva e um frigorífico que garante a comercialização. Isso faz com que o Acre seja pioneiro numa piscicultura de referência para o Brasil”, diz Edvaldo. (Agência Acre)

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Aprenda como economizar água e garantir o desconto na conta no final do mês

Não é novidade que os níveis dos reservatórios de água em muitas cidades do país estão abaixo do normal. Em São Paulo, por exemplo, o o nível recuou para 21,9% há um mês. Em Rio Branco, não sofremos ainda com a chegada do verão, mas mesmo assim, o nível do Rio Acre não é mais o mesmo.

Enquanto isso, precisamos fazer a nossa parte. Como? Economizando. Essa iniciativa faz bem para esse momento que estamos vivendo, para a natureza e para o bolso!

Para incentivar a redução do consumo de água, algumas capitais como a paulista anunciou medidas que preveem o desconto de até 30% na conta a quem cortar 20% do consumo.

Mas, para quem está acostumado a esbanjar água, essa mudança de hábito pode não ser tão fácil assim. Não saber por onde começar? As marcas de limpadores CIF e SUN, da Unilever te ajudam. Preparamos um guia com dicas simples e que podem ser adotadas durante a limpeza da casa:

VIDROS E SUPERFÍCIE:
A recomendação é utilizar o produto correto para cada superfície que  seria higienizada com uso de água. Por exemplo, para os vidros, aplique um limpador específico, como o Cif Vidros, e deixe secar naturalmente. Já as bancadas, a recomendação é utilizar um produto desengordurante, que pode ser aplicado com um pano seco. Por fim, os azulejos podem ser limpos com limpadores cremosos. A linha CIF conta com a versão Cif Banheiro, que além de limpar, possui cloro em sua fórmula, contribuindo com a desinfecção do ambiente.

PIA E LOUÇA:
– Se você tem lava-louças, esqueça o mito que ela gasta mais água, pois ela gasta menos. Sabendo como utilizá-la corretamente, a redução do consumo de água é ainda maior. Lavar louça à mão com uma torneira aberta por 15 minutos consome 117 litros de água.

Já uma lava-louças pode, por exemplo, lavar um capacidade de louças utilizadas até por 8 pessoas em uma refeição gastando apenas 20 litros em um ciclo de lavagem com-pleto. Além disso, os itens limpos na lava-louças, na grande maioria das vezes são mais higienizados do que as lavadas à mão, pois a máquina usa água a altas temperaturas.

– Com a lava louças você também economiza com detergente líquido que são utilizados para lavar louças a mão.  As lava-louças possuem dosadores para que se utilize a quantidade correta de detergente e não haja desperdício. Uma garrafa com um quilo de detergente Sun pó, da Unilever, custa em média R$ 26,00 e dura aproximadamente 30 lavagens em uma lava-louças média. A garrafa rende um mês, se utilizada todos os dias. Se você busca praticidade, pode utilizar também o Sun Tablets. Sendo necessário apenas um tablet por lavagem. A caixa contém 24 unidades, portanto ele rende 24 lavagens.

– Caso você não possua uma máquina lava-louças, e utiliza apenas a pia, retire bem os restos de comida contidos em pratos e panelas, jogando-os no lixo. Coloque os itens de molho por cinco a dez minutos, em uma solução de água quente e detergente, principalmente aqueles engordurados ou com alimentos grudados. Não esqueça de deixar a torneira fechada enquanto ensaboa os utensílios.

FOGÃO:
– Para limpar os fogões esqueça também água e o sabão. Além de levar mais tempo e correr o risco de fazer uma bagunça, a água pode acabar escorrendo para outros lugares, como chão e a pia. Para tornar o trabalho mais prático e evitar o gasto desnecessário de água, utilize um cremoso com micropartículas que removem mais facilmente a sujeira e retire o produto com a ajuda de um pano úmido, sem precisar fazer força.

LAVANDERIA:
– Se habitue a armazenar em baldes a água que sai da máquina de lavar roupas e reaproveite-a na faxina da casa. Por exemplo, use a água do último enxague da lavadora de roupas para limpar o piso do banheiro ou de outro ambiente da casa que deva ser lavado.

QUINTAL:
– Ao lavar a calçada ou quintal com a mangueira, durante 30 minutos e com a torneira aberta meia volta, são gastos, em média, 234 litros de água. Por isso, crie o hábito de usar apenas a vassoura para fazer a limpeza dessas áreas.

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Confira seis aplicativos para cuidar das suas finanças

Conheça uma seleção dos aplicativos mais bem avaliados pelos usuários para quem tem vontade de cuidar melhor do dinheiro, mas não se dá bem com o Excel. Há programas disponíveis para as principais plataformas móveis: IOS, sistema que opera emiPhone e iPad, e Android, para a maioria dos outros smartphones.

Android
Money Wise
Possibilita a criação de várias contas, é protegido por senha e exibe resumos e gráficos diários, semanais e mensais conforme sua necessidade. Permite a exportação de dados para planilha de Excel ou HTML para impressão e backup em cartão SD. O próprio usuário pode ainda criar tags e filtros ou renomear as categorias existentes.
Idioma: Português
Preço: gratuito
Nota dos usuários: 4 / 5

Finanças Pessoais
Permite identificar receitas e despesas e, a partir daí, calcula o saldo mensal. Pode ser configurado para enviar e-mail avisando sobre o vencimento de contas. Há a opção de apresentar um calendário mensal com todos os seus gastos ou um relatório em forma de planilha. Há ferramentas de importação e exportação de dados.
Idiomas: Português e inglês
Preço: gratuito (básico) / R$ 13,74 (pro)

An Money e Budget
Além das funcionalidades anteriores, o programa opera com diversas moedas, o que é interessante para quem faz viagens internacionais. Além disso, exporta relatórios em diversos formatos, como HTML, PDF e CSV (arquivo de planilha, similar ao Excel), tem opções de backup automático e senhas de segurança.
Idiomas: português e inglês
Preço: gratuito (básico) / US$ 9,99 (pro)
Nota dos usuários: 4,5 / 5

iOS
Minhas Economias
O aplicativo é um braço do site, o gerenciador financeiro Minhas Economias. Nele, o usuário pode cadastrar despesas, receitas e transferências, programar transações, lançar parcelamentos e cadastrar lembretes para pagamentos. Dá para gerenciar contas de diversos bancos, cartões de crédito, investimentos e financiamentos.
Idioma: português
Preço: gratuito

Money Care
Além de funcionar com uma planilha básica de orçamento, indica contas pagas, a pagar e atrasadas. Permite programar alertas de vencimento e configurar o pagamento automático de contas. Gera gráficos em barras e pizzas com demonstrativo de gastos, possibilita backup de informações e exportação para Excel.
Idiomas: português e inglês
Preço: US$ 2,99
Nota dos usuários: 4 /5

Android e iOS
Finance
É o aplicativo de finanças mais bem avaliado pelos usuários tanto na App Store quanto na Google App. É completo no quesito controle de finanças pessoais, mas complexo pela linguagem financeira para quem não entende muito do assunto. Mas, por ter suporte em português, permite enviar sugestões aos desenvolvedores.
Idiomas: português e inglês
Preço: gratuito / R$ 7,99 (p/ iPad)

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Via Verde impede abertura da malharia Ponto Sem Nó

Empresária Síglia Abrahão acusa direção do condomínio de lojas de favorecer a C&A. O argumento é que a loja de departamentos estaria interessada no espaço onde hoje funciona a malharia

Operário trabalha na fixação de parede provisória onde será instalada a loja C&A, no Via Verde Shopping

Operário trabalha na fixação de parede provisória onde será instalada a loja C&A, no Via Verde Shopping

ITAAN ARRUDA

A empresária Síglia Abrahão, dona da malharia Ponto Sem Nó, foi surpreendida ao chegar à loja para trabalhar ontem. Um imenso tapume foi erguido em frente ao empreendimento, praticamente impedindo o funcionamento normal.

“Essa postura do Via Verde é inadmissível”, bronqueou a empresária. “Eu não vou tolerar isso. Não posso entender como a direção do shopping pode trabalhar contra as empresas acreanas”.

Para Abrahão, só há um motivo para a instalação do tapume. “Eu não estou devendo um centavo à direção do shopping”, explica. “Isso só pode ser uma forma de pressão para que a empresa C&A seja beneficiada”.

A dona da malharia já acionou os advogados e deve entrar como uma ação exigindo uma indenização. “Isso não pode acontecer no ambiente de mínima segurança empresarial e institucional”, vociferou. “O que é isso, gente?”

Síglia Abrahão disse que a direção do shopping fez contato em meados de março. “A proposta foi incabível e sem fundamento: queriam que eu saísse sem nenhum tipo de indenização. Simplesmente pegasse as minhas coisas e fosse embora”, lembra a empresária.

A assessoria de imprensa do Via Verde Shopping foi contatada pela reportagem ontem. Mas, até o fim desta edição não houve nenhum retorno para tratar do assunto.

(Foto: Cedida)

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Origem da Fé, primeira franquia de artigos religiosos, procura empresários no Acre

DA REDAÇÃO

Com uma mistura de produtos nas categorias mística, católica, cristã e afro-brasileiras, a rede Origem da Fé quer se implantar no Acre. A aposta é num segmento de varejo misto (presentes e artigos religiosos/místicos) que não conhece crise e que se beneficia dela em concorrentes diretos, se adaptando aos diversos tipos de pontos comerciais.

“É nos momentos de crise que as pessoas mais procuram nossos produtos, pois precisam de conforto espiritual para acreditar que as coisas serão melhores no futuro. Por outro lado, quando as coisas vão bem, elas consomem os produtos para agradecer”, afirma Marcos Rozzato, sócio-franqueador.

Em entrevista ao Acre Economia, Rozzato e o sócio, Rafael Jorge, da Origem da Fé, anunciaram intenção de franquiados no Acre.

A empresa é a primeira franquia de artigos religiosos e místicos, que está se lançando no mercado.

“A experiência temos há mais de vinte anos como sócio-franqueador, desde a primeira aberta em março último, no Alpha Shopping Alphaville de São Paulo”, explica ele.

“Esse mercado, apesar de muito lucrativo, é carente de profissionalismo. Grande parte dos fornecedores é artesanal, o que dificulta a diversificação do mix de produtos. Muitas lojas também não investem na aparência das fachadas e acabam afastando o consumidor. Então, resolvemos dar um tratamento mais profissional a esse tipo de negócio”, afirma Rozzato.

A ideia da marca é chegar ao Estado do Acre nos próximos cinco anos, com foco especial na Capital, Rio Branco.

Por meio de parcerias com fornecedores, a Origem da Fé tem um mix de mais de 10 mil produtos. Graças a esse fornecimento profissional e ao know-how adquirido por meio do e-commerce da marca, a franqueadora mantém um bom estoque de produtos, o que garante o abastecimento das franquias e a entrega dos pedidos em até dois dias úteis.

São velas, roupas, livros, imagens, incensos e diversos outros artigos divididos em quatro categorias: Mística, Católica, Cristão (evangélico) ou Orixás (religiões afro-brasileiras). Cada categoria atende a um tipo de público com artigos específicos. O franqueado interessado em abrir uma loja de rua pode escolher qualquer uma das quatro opções. Já as lojas ou quiosques de shopping serão sempre da categoria Mística. “Grande parte das vezes, o próprio estatuto interno dos shoppings proíbe a existência de lojas religiosas, para não conflitar com clientes de outras religiões. Por isso, temos a categoria Mística”, explica o sócio-franqueador.

Segundo Rozzato, o franqueado que decide abrir uma Origem da Fé em shopping tem um perfil mais de investidor e recebe clientes de todas as religiões e crenças. Já quem opta por lojas de rua normalmente escolhe a categoria com a qual mais se identifica – e de acordo com sua religiosidade.

A Origem da Fé presta toda a consultoria necessária, inclusive ajudando o franqueado a escolher os produtos mais adequados para cada categoria de loja. Em média, são de 800 a 1200 itens disponíveis em cada unidade franqueada. Além disso, a franqueadora oferece treinamento administrativo, de vendas e de gestão, além de uma capacitação específica para os produtos à venda. “Ao final do treinamento, o franqueado estará apto a responder às perguntas dos clientes, mas disponibilizamos também um canal telefônico exclusivo para que ele possa tirar eventuais dúvidas que surjam quando já estiver administrando a franquia”, explica o Jorge. A franqueadora ainda disponibiliza um software de gestão exclusivo e reuniões semanais por meios eletrônicos, garantindo todo o suporte necessário.

Quem se interessar em tornar-se um franqueado da Origem da Fé investe a partir de R$ 47 mil. A franqueadora dá prioridade à expansão em cidades do Estado de São Paulo, com mais de 30 mil habitantes, e pretende abrir uma loja por mês até o final de 2014.

Perfil Origem da Fé
*Nome da franquia: Origem da Fé
*Segmento em que atua: Artigos Religiosos e Místicos
*Ano de fundação da empresa: 2014
Ano de início no sistema de franquias: 2014
*Número de unidades em funcionamento no Brasil: 1 franqueada
*Investimento inicial (já incluindo a taxa de franquia): Entre R$ 67 mil (quiosques) e R$ 87 mil (loja de shopping ou rua), sem reformas do ponto
*Taxa de franquia: R$ 20 mil
Capital de giro: R$ 10 mil
*Royalties: a partir de R$ 1 mil fixos
*Taxa de publicidade: R$ 500 fixos
*Área mínima: 12m2 quiosques e 40m2 loja em shopping ou rua
*Nº de funcionários: a partir de 2
*Faturamento médio mensal: a partir de R$ 30 mil
Lucro líquido: 30%
*Prazo de retorno: 12 meses
*Prazo de contrato: (em meses): 60 meses
*Suporte ao franqueado: Escolha do ponto comercial, treinamento, abastecimento e logística com mais de 10.000 produtos, marketing, software de gestão
Telefone: (11) 97974-3343

Site: www.origemdafe.com.br
E-mail: franquias@origemdafe.com.br

editorial

Burrice ou má fé

 

Além dos riscos de desmonte de um dos setores mais sólidos da economia brasileira, com prejuízos incalculáveis com a suspensão da importação da carne por mais de 20 países, outra consequência perversa dessa desastrada Operação Carne Fraca é o desemprego. Como se assistiu, nesses últimos dias, frigoríficos do Sul e Sudeste, ...

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