O Fabíolo da vez – Jornal A Gazeta

O Fabíolo da vez

Acredito que nunca antes na história deste país, um chifre se tornou tão viral quanto foi o caso da  “manicure” mineira Fabíola. Sites de humor já noticiam que sindicatos e associações de manicures por toda a nação brasileira se unirão para processar a moça, uma vez que seus rendimentos caíram quase que cinquenta por cento. Ao mesmo tempo que nunca se teve tanto homem querendo fazer o curso de manicure oferecido pelo Senac.

A criatividade não tem limites. Por alguns instantes esquecemos até a podridão que se encontra escondida nas unhas encravadas da política brasileira. Mas não toquemos nisso que já está inflamado demais e outros movimentos podem surgir e ir às ruas contra as más e fo-foqueiras palavras maliciosas deste escriba.

Essa pulada de cerca de um salão para um motel me fez trazer um velho debate da humanidade nas rodas de botecos mais próximos: a origem da ladeira do surgimento do chifre. Como encarar a teoria de que um homem sem barriga não tem história e sabe amar melhor do que os quilometrosexuais. Onde foi que erramos? Já não existe mais um padrão de conquista e a mulher, além de nos deixar confusos, agora esculhambou de vez o negoócio.

Calma, calma, não criemos “cânicos”! Meus nobres rascunhos da humanidade, isso pode apenas ter sido um caso isolado, assim como serve de alerta para que não possamos cometer os mesmos erros. Vamos renovar nossas maneiras de conquistas, cantadas e tratos a melhor criação de Deus. Caso você ainda esteja perdido, estou me referindo à MULHER!
Ame, beije, leve ao cinema, ao parque, mande flores, ignore uns dias, mas não permita que ela se distancie. Neste mundo selvagem e pervertido da conquista, quem tem sua dama a longa data, tem um reino. Chega de amadorismo. A arte de amar e conquistar deve ser renovada.

Chega de pistolas ao amanhecer. Elas querem um cabra de confiança e que seja confiante. Aquelas vea-dagens de os meus eu e os teus negócios devem acabar, relacionamento sério não é coisa de amador, mas de um profissional que sabe amar. Não seguindo isso, o seu destino é certo: Waldick no pé do ouvido e um chifre no topo da testa. Aproveita o final de ano e surpreenda, se não a surpresa vai ser maior. Meninas, uma dica: estou solteiro. Meu número pode ser pego na recepção.

* Victor Augusto (Bombomzão) é jornalista.
E-mail: [email protected]

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