Política Local 04/01/2017

Postado em 03/01/2017 23:01:13

“A violência destrói o que ela pretende defender: a dignidade da vida, a liberdade do ser humano”.

(João Paulo II)

BR 364 pode fechar
Durante entrevista ao jornalista Astério Moreira, no programa Bom Dia Rio Branco, o governador Tião Viana (PT) advertiu ao Dnit de que a BR-364 poderia fechar pela primeira vez desde 2011, quando ele fez a ligação definitiva.

Dever da bancada
Na opinião de Tião Viana, a bancada federal que apoia o presidente Michel Temer (PMDB) precisa assumir a responsabilidade de trazer recursos para evitar o rompimento da BR-364.

Bem explicado
O Dnit é responsável pela manutenção da BR. O Deracre foi obrigado a retirar a equipe que mantinha permanentemente na rodovia.

Manteiga em venta de gato
O Dnit anunciou a liberação de R$ 10 milhões para a BR-364. É o mesmo que alimentar burro a biscoito ou, então, manteiga em venta de gato.

Crise política
Senador por dois mandatos assumindo, inclusive, a presidência da Casa, Tião Viana disse que a única saída para a crise passa pelo voto soberano e democrático.

Casa para o povo
Ontem, Tião Viana entregou mais 120 casas a famílias carentes na Cidade do Povo. Ao todo, já são mais de 12 mil unidades entregues desde 2011.

“Pelo que ouviu falar a depoente…”
Consta no processo que decidiu pela prisão do vereador Juruna (PSL) que uma testemunha “ouviu falar que ele recebia propina…”. Está dito.

Mais liberdade
O vereador Artêmio Costa (PSB) terá mais liberdade para trabalhar o mandato não estando na presidência da Câmara. Vai ficar bem mais próximo da comunidade.

Assimilou a ideia
O deputado Eber Machado (PSDC) assimilou a ideia de concorrer à Câmara Federal. Várias são as lideranças, inclusive, evangélicas que estão migrando apoio para ele.

Caiu na graça
Eber Machado caiu na graça de muitos líderes que apoiavam o saudoso vereador Jessé Santiago, morto em um acidente a pouco dias de se eleger deputado federal em 2006. Eber se tornou a esperança da realização de um sonho.

Vassoura na mão
Acertadamente os prefeitos iniciaram suas gestões literalmente de vassoura não mão. O primeiro a fazer isso foi Raimundo Angelim (PT) em 2005. Causa uma boa impressão à população.

Faxina necessária
Todo bom gestor sabe que precisa fazer uma faxina na cidade. Por outro lado, a população se sente cuidada, protegida.

Da maneira correta
A prefeita de Brasileia, Fernanda Hassem, inicia o mutirão de limpeza na próxima segunda feira, 9. Segundo ela, como contrataria serviços e compraria combustível com um dia de gestão. “Tem que ser dentro da lei”, arguiu.

Guerra na fronteira
O prefeito de Epitaciolândia, Tião Flores (PSB), anunciou um encontro com a prefeita Fernanda e o alcalde de Cobija para construir parceiras com o objetivo de combater a dengue. Será uma verdadeira guerra contra o mosquito aedes.

Não mama
Diz um velho adágio popular que, ‘quem não chora não mama’. Pois é, o prefeito Tião Flores já se articula com o PSB e o deputado federal Cesar Messias para conseguir apoio do governo para a sua gestão.

Imbróglio em Taraucá
A prefeita Marilete Vitorino (PSD) esbravejava na Difusora ontem contra o antecessor, Rodrigo Damasceno. Segundo ela, não há se quer uma informação nos computadores da prefeitura. “Limparam tudo”, disse.

Chamou a polícia
Marilete Vitorino chamou a polícia e registrou um BO mostrando as condições em que está recebendo a prefeitura. “O computador do almoxarifado”, disse, “levaram para casa”.

Com a palavra
A Coluna abre espaço para que o ex-prefeito Rodrigo Damaceno se manifeste. Tem todo o direito de contestar as denúncias. A eleição em Tarauacá foi ácida.

Banho de sangue
Em belo artigo, a jornalista Eliane Cantanhede alerta sobre a chacina no presídio em Manaus/AM. Na sua avaliação, o PCC não vai deixar barato o que a facção rival Família do Norte (FDN), versão manauara do B13 acreano, fez com seus militantes.

Fato marcante
Um prefeito milionário deixar de receber o salário é um fato corriqueiro. Porém, fazer o que o prefeito de Xapuri, Bira Vasconcelos, do PT, que é servidor público, fez, abrindo mão do salário de R$ 21 mil, é um feito.

editorial

Sem mais condições

 

Um dos primeiros atos ontem do presidente Michel Temer foi a revogação do decreto que assinou na quarta-feira, convocando as Forças Armadas, sob o pretexto de manter a ordem pública, depois dos intensos protestos das centrais sindicais e de outras categorias contra as reformas da Previdência e das leis trabalhistas ...

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