Política Nacional 08/04/2017

Postado em 07/04/2017 23:22:40

“Não cabe a ele dar palpite em relação à Câmara”

André Moura (PSC-SE) sobre o que chamou de “caprichos” de Renan Calheiros

PT impôs Odebrecht no contrato de submarinos
A Odebrecht ganhou sem licitação o contrato que lhe rendeu ao menos R$ 3,3 bilhões, no programa de submarinos da Marinha, além de propinas milionárias para os petistas. Como em outros projetos mundo afora, que renderam contra Lula a acusação de tráfico internacional de influência, a adesão brasileira ao projeto bilionário foi condicionada à contratação da empreiteira que pagava propinas à cúpula petista.

Trem pagador abastecido
O governo do PT impôs a contratação da Odebrecht, pela francesa DNSC, para fechar a compra de 5 submarinos por R$ 31,5 bilhões.

Contrato bilionário
À Odebrecht, sem expertise na área, coube a construção de estaleiro e base de submarinos, que lhe renderam R$ 3,3 bilhões sem licitação.

Propina para petistas
O ex-presidente da construtora Norberto Odebrecht, Benedicto Barbosa Júnior, contou haver pago R$ 17 milhões em propina só para petistas.

Lobista de luxo
As delações de ex-executivos fecham o cerco a Lula nas investigações, sobre seu papel no tráfico de influência a serviço da Odebrecht.

Síria: cada míssil de Trump custou US$1 milhão
Já se conhece quem levou vantagem no bombardeio da Síria, ordenado pelo presidente Donald Trump: os acionistas da Raytheon, gigante americana que fabricou os mísseis Tomahawk, despejados sobre a província síria de Homs. Cada um dos 59 mísseis disparados custou aos Estados Unidos US$1 milhão (cerca de R$3 milhões). No total, só em mísseis, a ira de Trump custou mais de R$177 milhões.

Passando cheque
Após gastar 59 mísseis Tomahawk, Trump vai repor o estoque. Agora, o brinquedinho de guerra custa US$1,5 milhão (R$4,5 milhões) cada.

Trinta anos
Os EUA se utilizaram dos mísseis Tomahawk pela primeira vez em 1991, na Guerra do Golfo I.

Má pontaria
Os Tomahawk atingem velocidade de 900 km/h e são conhecidos pela precisão. Mas só 23 dos 59 atingiram o alvo, segundo a Rússia.

Fim dos regalias
A reforma da Previdência promete cortar privilégios dos políticos e da “nata do funcionalismo” que hoje tem aposentadoria integral. São 3% dos beneficiários que embolsam 30% do orçamento previdenciário.

#BA$TA de privilégios
Aproxima-se de 100 mil assinaturas a petição no site Change.org para que parlamentares sejam obrigados a pagar passagens de avião com o salário de R$ 33,7 mil mensais, em vez de usar a verba indenizatória.

Moleza parlamentar
A Câmara instituiu ponto facultativo na “quinta-feira Santa” e a semana de trabalho para os deputados federais termina na quarta pela manhã. À tarde, suas excelência já “vazam” para curtir a Páscoa.

Tudo como antes
O diretor de Administração da Funasa, Thiago Milhim, que nada tem com o tema, ganhou viagem ao balneário de Cancun, no México, para evento sobre água. Não é do tipo que passarinho recusa, certamente. Além do passeio, vai ganhar passagens e 2.640 dólares em diárias.

Senta aqui
Renan Calheiros anda tão dedicado à estratégia “cortina de fumaça” que já não lidera nem metade do PMDB no Senado. Recebeu de Humberto Costa (PT-PE) uma oferta: o cargo de Líder da Minoria.

Perseguição petralha
Deputados do PT e PCdoB pediram a “tomada de depoimento” dos atores Ary Fontoura, Antonio Calloni e Bruce Gomlevsky, por visitarem a carceragem da Polícia Federal, em Curitiba. Eles estarão no filme “A Lei é para Todos”, sobre a Lava Jato, por isso a petelhada está indócil.

Fim da pax americana
Presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Fernando Collor (PTC-AL), promove nesta segunda debate sobre o ataque de Donald Trump à Síria. O ex-chanceler Celso Lafer confirmou presença.

Câmara contra leitura
A Câmara dos Deputados sacrificou os frequentadores de um espaço de leitura da Biblioteca da Casa, ao ceder o ambiente à Liderança do PSD. A decisão desagradou bibliotecários e visitantes.

Pensando bem…
… com a folga de 15 dias no Carnaval e as semanas encurtadas pelos feriados de abril, na Câmara, o ano só começa mesmo em maio.

PODER SEM PUDOR
Assinatura que vale
José Maria Alkimim, secretário de Educação de Israel Pinheiro, em Minas Gerais, nomeou uma renomada técnica para um importante departamento. A pedido dela, ele assinou portaria que provocou grandes problemas políticos. Alkimim quis rever a decisão e a moça não gostou:
– Com relação a isto, eu permaneço absolutamente irredutível.
– Olha bem, minha jovem – respondeu Alkimim, com doçura – A senhora pode ser intransigente com a sua assinatura. Com a minha, não.

Com André Brito e Tiago Vasconcelos
www.diariodopoder.com.br

editorial

Um bom debate

 

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