Política local 06/12/2009

“Se acharem que erro nas minhas críticas, consultem o povão”.


Deputado Walter Prado (PRP), sobre a Segurança Pública. 

Ibope, já!
O deputado federal Fernando Melo (PT) reiterou ontem que vai
 defender sua tese dentro do PT e dos demais partidos da FPA,
 que a escolha do candidato ao Senado para a segunda vaga se dê pela única forma democrática: uma pesquisa do Ibope.

Coberto de razão
Fernando Melo (PT) está coberto de razão, porque sem isso, se corre o sério risco de lançar um candidato que possa perder a preciosa vaga para a oposição.

Colégio viciado
Colocar a escolha apenas no viciado colégio dos dirigentes da FPA é entrar num jogo de cartas marcadas, ao contrário do Ibope, que mostraria a preferência popular.

Quadro real
Se a oposição vier com um Márcio Bittar (PSDB), por exemplo, e a FPA não tiver um nome representativo, pode perder, porque o momento político é outro.

Tudo simples
É tudo muito simples, muito democrático, se faz uma pesquisa do Ibope e o perdedor apoiará o vencedor, porque assim se dá o processo democrático.

Pode lançar o Cazuza
Agora, se as oposições vierem com um Normando Sales (PSDB) ou um Sérgio Barros (PSDB) como candidato ao Senado, aí a FPA pode lançar o Zé Cazuza que ganha.

Bem mais fácil
É bem mais fácil, neste caso, o Dunga convocar o Testinha que a FPA não fazer as duas vagas para o Senado.

Maior credibilidade
Se me perguntarem qual o órgão hoje de maior credibilidade no meio político sem pestanejar vou responder que o Tribunal Regional Eleitoral do Acre.

Fim da farra
Acabou com a farra de candidato se eleger comprando votos, que já redundou numa eleição em Feijó. Espera-se que o TRE seja mais duro ainda na eleição de 2010.

Só a esses
As decisões dos juízes togados do TRE-AC e do MP só desagradam a quem compra votos. Atenção: me refiro apenas aos juízes togados, que fique claro!

Mapear os milionários
O TRE-AC poderia se antecipar aos julgamentos que acontecerão em 2010, mapeando as campanhas milionárias de alguns candidatos para dar flagrantes nesta corja.

Cabo-eleitoral
O grande cabo-eleitoral dos candidatos ao Senado e ao Governo pela FPA, além da boa densidade eleitoral de cada um deles, é a balbúrdia reinante na oposição.

Briga aberta
Existe uma briga ferrenha entre grupos do PSDB para a escolha do candidato ao Senado, e ninguém se entende sobre a candidatura única ao governo.

Acertou na mosca
O deputado Moisés Diniz (PCdoB) foi criticado quando disse que a unidade das oposições em Feijó era conjuntural, e se comprova agora que falou a verdade.

Tocar a campanha
O vereador Astério Moreira (PRP) não se dedique de corpo e alma à função de líder do prefeito Angelim na Câmara: o Márcio Batista entrou nessa e perdeu a eleição.

Só ônus
Até porque a função só está lhe rendendo ônus político e nenhum bônus. Não vá correr atrás de votos para ver se não leva chumbo!.

Cara a cara
Sem melindres: são os deputados que dizem cara a cara com o deputado Thaumaturgo Lima (PT), que ele terá a campanha mais milionária para Câmara Federal.

Deixar bem claro
Não vou brigar com a notícia, este espaço não é para divulgar coquetéis de socialites.

Jaboti na forquilha
Tem jaboti na forquilha. E atentem que, jaboti não sobe em forquilha!

Não muda
O presidente da Câmara Municipal de Sena Madureira, vereador Pitel (PMDB), é taxativo: “numa nova eleição o PMDB caminhará com o Wanderley Zaire”.

Vão pentear macacos

Há 30 anos esta coluna sobrevive porque é eclética, abre espaços para todos os segmentos políticos, acertando ou errando, não abre mão de opinar. Daí o grande número de leitores no jornal e na internet. Os incomodados que se mu-dem. Podem fazer o beicinho que bem entenderem, e: cuidado para não morderem a língua.

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