Política local 24/12/2009

“Pessoas oprimidas não podem permanecer oprimidas para sempre”.

Martin Luther King – líder negro americano.

Pacto de São Francisco
A Aleac tem um novo deputado: o primeiro suplente Manoel Moraes (PSB), o “Manelão”. Entrou no mandato via “Pacto de São Francisco”; na base do é dando que se recebe. Moraes ocupará por 120 dias a vaga do deputado Delorgem Campos (PSB) e pagará a bondade, apoiando a reeleição deste em Xapuri, seu reduto político.

Doença misteriosa
Delorgem Campos foi acometido daquela “doença misteriosa”, que só ataca os deputados que querem usar o mandato para fazer acordos políticos com os suplentes.

Acerto antigo
Na verdade, este é um acerto antigo. Era para ter se concretizado no início do ano, mas só aconteceu agora porque alguns pontos não tinham sido fechados.

Dois pagamentos
Durante esses 120 dias a Assembléia Legislativa vai pagar integralmente os salários e todas as vantagens inerentes ao mandato ao Delorgem e ao Manelão.

Não pague para ver!
As pessoas que vão pegar casas populares não estão recebendo de graça. É um contrato como outro qualquer. Se não pagarem as prestações na CEF serão despejados.

Nada de bondade
Não é este pacote de bondade que Governo e CEF estão anunciando, como se estivessem doando unidades habitacionais aos pobres.

Jogo pesado
O PCdoB vai jogar pesado e centrar seu apoio na sua chapa de candidatos a deputados estaduais em dois nomes: Moisés Diniz e Eduardo Farias.

Manter vagas
A meta do PCdoB é manter as duas vagas que o partido tem hoje na Assembléia Legislativa.

Escolha na mesa
O deputado federal Gladson Cameli (PP) vai ter que escolher em Sena Madureira: se apoiar o deputado Gilberto Diniz (PTB) perde o apoio do prefeito Wanderley Zaire.

Muito claro
O prefeito Wanderley Zaire diz que já deixou isso bem claro a Gladson Cameli.

Tem que rebolar
A deputada Dinha Carvalho (PR), na vaga por via judicial, vai ter que transformar carne de pescoço em filé se quiser se eleger: o PR deverá formar no chapão PT-PDT.

Melhor não podia
O senador Tião Viana (PT) vai entrar 2010 com a candidatura ao governo ancorada na unidade da FPA em torno de seu nome ao governo.

Bem diferente
O que não acontece com a oposição, que se engalfinha dividida para saber se vai com um ou dois candidatos a governador.

Ficar atento
O deputado federal Sérgio Petecão (PMN) está indo por um caminho perigoso, que poderá lhe deixá-lo com pouco espaço para a sua reeleição.

Sem vaga
Márcio Bittar tem a garantia da executiva nacional tucana de uma chapa própria na disputa da Câmara Federal e, neste caso, nenhum deputado federal entrará.

Morrer abraçados
E assim teriam que formar uma chapa com Antonia Lucia (PSC), ele, Petecão (PMN), e Ilderley Cordeiro (PPS), uma garantia que os três morreriam abraçados.

É o quadro
Se Márcio Bittar não sair candidato a senador este é o quadro provável de acontecer.

Ninguém é perfeito
Claro que ninguém é perfeito em administrar uma cidade, mas, a prefeita de Brasiléia, Leila Galvão, poderia mandar arrumar as ruas da periferia, com mato e intrafegáveis.

Buscar a reeleição
A deputada Idalina Onofre (PPS) deu um basta na história de ser vice de Tião Bocalom (PSDB), e deverá disputar mesmo a reeleição.

Bucha de canhão
Não é todo mundo que se presta a ser bucha de canhão, não é deputada?

Compadre é o cara
O deputado Walter Prado (PDT) ligou para explicar que, com a importação de legumes e verduras do Peru, o compadre Raimundinho baixará os preços em 50%, em Tarauacá.

Proposta na mesa

O deputado federal Fernando Melo (PT) comentava ontem numa roda que vai colocar na mesa da FPA a proposta: uma pesquisa do Ibope para apontar quais dos candidatos ao Senado tem mais densidade eleitoral. E foi além: “se eu e o Edvaldo aparecermos com chance de ganhar o Senado, eu abro mão da disputa. Mas, se eu surgir na ponta, espero que ele faça o mesmo. Não há nada mais democrático”. O bolo está formado.

 

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