Política local 05/01/2010

“A Saúde no Acre tem dois momentos: antes e depois do Jorge e do Tião Viana”.


Deputado Walter Prado (PDT).

Confirmados os furos
Na última coluna de 2009 dei o furo jornalístico das demissões pelo prefeito Wanderley Zaire de todos integrantes do grupo do ex-prefeito Nílson Areal que permaneciam em cargos de confiança na prefeitura, o que se confirmou no último dia 2. E que isso selaria o rompimento de ambos, o que também se configurou.

Nem se cumprimentaram
Para se ter uma idéia do nível a que chegou o rompimento político, durante uma festa na galeria do empresário Duduca, em Sena Madureira, Zaire e Areal não se falaram.

Proposta confirmada
Outro furo da coluna, de que se trabalhava uma aliança com o grupo da ex-prefeita Toi-nha Vieira, também me foi confirmado por telefone pelo prefeito Wanderley Zaire.

Proposta na mesa
Na conversa, em que estiveram o ex-deputado José Vieira e o vereador Josandro (PSDB), Zaire me disse que de fato ofereceu a vice de sua chapa à Toinha Vieira (PSDB).

Outro convite
O ato não ficou restrito à proposta: Wanderley Zaire também convidou o vereador Josandro (PSDB), do grupo da Toinha, para assumir a Secretaria Municipal de Saúde.

Muda tudo
Essa mexida nas pedras muda todo panorama, numa provável nova eleição em Sena Madureira (a decisão sairá em fevereiro) porque deixa isolado o grupo de Nílson Areal.

Não está gostando
Quem não está gostando nem um pouco da proposta feita por Zaire à Toinha Vieira é o deputado Gilberto Diniz (PTdoB), porque deixaria o grupo Diniz excluído do processo.

Não está entendendo
O ex-prefeito Nílson Areal parece não querer alimentar uma polêmica. Tem dito a quem o procura para ouvir sua opinião não estar “entendendo nada” do acontecido.

Estima recuperada
O prefeito Wagner Sales está investindo na estima dos cruzeirenses. Fez uma bela festa de passagem do ano, coisa que não acontecia, para comemorar com o povão.

Grande eleitor
O prefeito Wagner Sales, queira-se ou não, é hoje a liderança mais forte e importante de Cruzeiro do Sul e terá peso fundamental para onde pender na eleição deste ano.

Discussão inevitável
O dirigente peemedebista Armando Dantas me disse que uma conversa oficial entre PMDB e o PT, no Acre, sobre uma aliança, será inevitável pela configuração nacional.

Não esconde
Armando Dantas faz questão de não esconder que defende uma coligação.

Não tem saída
O deputado federal Sérgio Petecão (PMN) me revelou que não existe outra saída na oposição para definir um nome para o Senado que não seja o de uma pesquisa.

Grande problema
A oposição tem seis candidatos ao Senado e alguns deles só com o voto da mulher.

Debate amplo
Em nome da “Frente de Resistência da Oposição”, liga o Paulo Ximenes para defender um grande debate sobre a candidatura ao governo pela oposição.

Bocalom inviabilizado
Na visão deste grupo, a candidatura Tião Bocalom (PSDB) ao governo se inviabilizou.

Belo trabalho
Anotem: o vereador Astério Moreira (PSB), com o apoio ostensivo do irmão Nelson Moreira (marido da prefeita Leila Galvão), virá de Brasiléia com boa votação.

Posição privilegiada
Isso deixa o Astério numa situação privilegiada na chapa do PRP para a Aleac.

Mais estruturada
Quem também está com uma campanha estruturada no Vale do Acre é o professor Ermício Sena (PT), candidato a deputado estadual.

Apoios certos
Tem os apoios certos dos prefeitos de Xapuri e Assis Brasil.

Vinte e cinco
A Aleac vai reabrir pagando 25 deputados, com a posse de Manoel Moraes (PP), que assumiu por 120 dias em troca de apoiar a reeleição do titular Delorgem Campos.

Mês decisivo
Fevereiro será um mês quente na política: serão julgados no TSE os recursos dos prefeitos cassados Nílson Areal, Juarez Leitão, e dos suplentes Merla (PT) e Roberto Filho (PP).

Não fiquem surpresos
Não fique surpreso se sair decisão, mudando a configuração das bancadas na Aleac.

Grande oportunidade
Jorge Henrique, da TV-Aldeia, é um dos melhores entrevistadores do Acre, mas, na entrevista com a Marina (PV) perdeu a oportunidade de explorar o seu lado político.

Ficou no óbvio
As idéias ambientais de Marina todos conhecem, mas não tudo sobre sua candidatura à presidência, saída do PT e outros detalhes. Afinal, estamos num ano eleitoral!

Velho amadorismo
A oposição entra o ano na balbúrdia: não decidiram nem se sairão com uma ou duas candidaturas a governador. No Acre, já disse o Zamir Texeira há vinte anos, “não há mais lugar para amadorismo na política”. A oposição não aprendeu ainda a lição?

 

 

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