Política local 16/01/2010

“Se a oposição quer ganhar uma vaga do Senado tem que colocar o Flaviano Melo” .

Deputado federal Sérgio Petecão (PMN).

Salvo-conduto
Se o PT queria que a segunda vaga do Senado ficasse com o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), jogou errado ao aprovar a resolução que permite a qualquer petista postular ocupar as duas vagas. Ao deliberar assim deu um salvo-conduto aos deputados federais Henrique Afonso (PV) e Fernando Melo (PT) para entrar na disputa.

Abacaxi gigante
Este abacaxi vai direto para o colo do ex-governador Jorge Viana, que ainda não falou sobre o assunto.

Acordo fechado
O candidato a deputado estadual, Roberto da Princesinha (PSDC), me disse esperar boa votação em Epitaciolândia, com o acordo fechado com o advogado André Hassem (PCdoB).

Pagando para ver
André Hassem (PCdoB) foi o segundo mais votado para prefeito de Epitaciolândia. Se a direção comunista assistirá impassível a este apoio é algo muito difícil de acreditar.

Rebate na hora
O deputado N.Lima (DEM), quando ouve falar da candidatura única do ex-deputado federal, Márcio Bittar (PSDB), ao Senado, rebate na hora: “isso jamais vai acontecer”.

Mais além
N. Lima também é contra o projeto de Márcio Bittar (PSDB) ser candidato à PMRB na próxima eleição pela oposição: considera Sérgio Petecão (PMN) com direito adquirido.

Só não discorda
Mas Lima só não discorda que Márcio Bittar (PSDB) é forte ao Senado ou à PMRB.

Convite formal
Na chegada do deputado federal Flaviano Melo (PMDB), em Rio Branco, na próxima semana, ele vai receber um convite formal da oposição para ser candidato ao Senado.

Cabeças do movimento
O movimento é puxado pelo prefeito Wagner Sales (PMDB) e pelo deputado federal Sérgio Petecão (PMN), e tem a simpatia dos demais líderes dos partidos da oposição.

Saída estratégica
O ex-governador Jorge Via-na foi estratégico ao não participar da última reunião do PT, porque seria cobrado a falar sobre as vagas do Senado e quer retardar uma definição.

Contabilidade plausível
O presidente do PSDC, José Afonso, prevê lançar na aliança com o PTC, 60 candidatos à Aleac, com previsão na sua contabilidade de fazer tranquilamente dois deputados.

Chapinha em andamento
Afonso trabalha também a idéia dos partidos pequenos terem chapa própria na disputa de cadeiras na Câmara Federal.

Assunto polêmico
Outro assunto polêmico discutido na reunião do PT foi como abrigar os deputados Hélder Paiva (PR), Dinha (PR) e Zé Carlos (PTN), alia-dos, sem coligação definida.

Proposta alternativa
Uma das propostas aventadas é que sejam acolhidos no PSB e no PP.

Duas perguntas
No PP, José Bestene, Francisco Deda, Elson Santiago vão aceitar sombras com chance de lhes tomar uma vaga? No PSB, o deputado Delorgem Campos (PSB) vai aceitar?

Pobre Tarauacá
O prefeito de Tarauacá, Wando Torquato, quase não aparece na prefeitura, e fez da sua fazenda o seu gabinete, enquanto a cidade fica entregue às moscas.

Sem outras opções
O problema é que na última eleição os eleitores não tinham opções muito diferentes.

Cheiro verde e salsa
Quem foi visto esta semana comprando verduras no mercado central, tranqüilo e calmo, foi o prefeito de Manuel Urbano, Manuel Almeida, outro que não está nem aí.

É uma desgraça
O instituto da reeleição é uma desgraça: quem está no poder usa a máquina para se reeleger, depois abandona a cidade. Foi assim em Manuel Urbano e Tarauacá.

Posições diferentes
O PP se dividiu na questão da segunda vaga do Senado: o deputado federal Gladson Cameli, José Bestene e o prefeito Wanderley Zaire são Fernando Melo (PT). E, César Messias e Elson Santiago são Edvaldo Magalhães (PCdoB).

Voltam os dois
De quem vão tomar as vagas na chapa do PT não se sabe, mas, só por aborto do destino os deputados Walter Prado (PDT) e Luiz Tchê (PDT) não se reelegerão.

Está na disputa
O despachante Éber Machado, analisando esta chapa da coligação PSDC-PTC, está na disputa por uma das cadeiras que a aliança pode conquistar na Aleac.

O faquir do Mauri

Um cidadão se dizendo “faquir” procurou o jornalista Klebão, então assessor do prefeito Mauri Sérgio, para propor ficar dois dias enterrado, sem comer nada, em troca de um cachê. Detalhe: seria desenterrado pelo Mauri. Klebão chamou o moço ao canto e segredou: “o Mauri costuma sair para pescar por quatro dias, quando ele voltar você já morreu de fome, não entre nessa fria”! O faquir desistiu na hora e sumiu.

Assuntos desta notícia


Join the Conversation