Política local 17/01/2010

“Jorge Viana é o mais votado para o Senado e o Tião ganha no primeiro turno” .

Do deputado Walter Prado (PDT), após percorrer o Vale do Acre.

Madrinha poderosa
A senadora Marina Silva (PV) vai defender junto aos diri-
 gentes do PT que a indicação para a disputa da segunda vaga
 do Senado seja destinada ao deputado federal Henrique Afonso (PV). É a informação privilegiada que chega à coluna. Com este apoio e das igrejas evangélicas do Acre, Henrique entra agora de fato no páreo.

Contrapartida lógica
Como aliada e pelo fato da sua maior expressão no Acre, senadora Marina Silva, ir pedir votos ao governo para Tião Viana (PT) seria a contrapartida a ser dada ao PV.

Cabeça dos verdes
Este é o raciocínio que os verdes no Acre vão defender na mesa de negociação.

Bater de frente
Só que a situação bate de frente com a maioria dos dirigentes do PT, que defendem que o indicado seja o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB).

Mais um probleminha
E também com o deputado federal Fernando Melo (PT), que também postula a vaga.

Isso é prioridade?
Nada contra as flores, principalmente contra as belas orquídeas: mas, com tantos problemas sociais insolúveis, é prioridade o governo construir um orquidário?

Martelo batido
O deputado Sérgio Petecão (PMN) diz que saiu de uma conversa com o deputado Chagas Romão e Rodrigo Pinto certo que Flaviano Melo (PMDB) disputará o Senado.

Junta todos
Na avaliação de Sérgio Petecão, o deputado federal Flaviano Melo (PMDB) vai receber o apelo unânime de todos os dirigentes da oposição para aceitar a candidatura.

Tudo é possível
Flaviano Melo tem dito que não quer, mas em política o impossível é possível.

Bem melhor
Para o ex-deputado Merla Albuquerque, a vitória do Dindim (PSDB) em Feijó não foi ruim para sua candidatura à Aleac, porque vai capitalizar o desgaste do novo prefeito.

Sempre fica
Qualquer candidato chega ao poder em cima de promessas. Algumas ele cumpre, a maioria não, e é aí que nasce o natural desgaste.

Mato sem cachorro
O prefeito de Sena Madureira, Wanderley Zaire (PP), não tem outra saída jurídica a não ser a demissão dos cerca de 800 funcionários temporários da prefeitura.
Processo nas costas
Se não demitir, além do processo nas costas que Zaire pegaria, também levaria uma multa salgada diária, teria seus direitos políticos cassados e poderia até ser preso.

Situação grave
Essas demissões vão criar situações graves para essas famílias, num município onde o grande empregador é a prefeitura, mas é uma situação da qual ele não pode se omitir.

Decisão judicial
É uma decisão da Justiça do Trabalho. E decisão judicial se cumpre. Recorrer, no caso em tela, não adiantaria nada, porque o acesso ao serviço público se dá por concurso.

A história é outra
Em recente programa de rádio o governador Binho reclamou da “má vontade” do prefeito de Cruzeiro do Sul, Wagner Sales (PMDB), o que não é verdade.

Primeiro “não”
Nos primeiros dias de sua gestão, Wagner pediu a cessão em comodato de asfalto encostado no Deracre para um serviço emergencial nas ruas e o governo negou.

Apostaram errado
A questão é que apostaram que sufocando financeiramente, não fazendo convênios, o prefeito Wagner Sales se liquidaria popularmente e isso não aconteceu.

Boa administração
Wagner está tocando a prefeitura com recursos próprios, tirou-a do buraco, e o cruzeirense já tem hoje auto-estima. E ele está em alta popular.

Grande eleitor
Com o aporte dos recursos das emendas parlamentares este ano, com a nova usina de asfalto, o prefeito Wagner Sales vai chegar na eleição como o grande eleitor do Juruá.

Saindo por cima
A partir de amanhã, está quebrado o monopólio da GOL para Cruzeiro do Sul. E graças ao deputado federal Gladson Cameli, que está indo para o fim do mandato por cima.

Muito produtivo
Alguém pode até não gostar do deputado federal Gladson Cameli (PP) por um ou outro motivo, mas ninguém pode lhe tirar o mérito de ser um parlamentar atuante.

Frase famosa

O saudoso deputado federal Francisco Diógenes (PP) era um bom piadista. Brigado com o ex-prefeito Jorge Kalume, Diógenes estava num comício do PP, com o secretariado do rival presente, e para surpresa de todos, passou a elogiar a maneira “rápida” como Kalume enfrentava os problemas da cidade. Só que antes de encerrar o seu discurso, mudou o tom: “o Kalume é tão rápido, tão rápido que se lhe derem dois jabotis para ele tomar de conta perde os dois”. E foi embora sob protestos dos kalumistas.

 

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