Política local 24/01/2010

“Se a rosa tivesse outro nome, ainda assim teria o mesmo perfume”.

Willian Shakespeare, dramaturgo inglês.

Baixar a bola
O deputado N.Lima (DEM) foi irônico com o artigo do senador Geraldo Mesquita (PMDB) se colocando à disposição da oposição para disputar a reeleição: “aparece só agora querendo que todos batam palmas para ele?”. Lima sugere que Mesquita tente ser coordenador da campanha de Serra, no Acre, porque para o Senado: “está fora”.

Nada boa
O senador Geraldo Mesquita (PSDB) não conseguiu ainda ser respeitado na oposição.

Nada a ver
O assessor político do PT, Ca-rioca, nega que tenha direcionado o empresário Janaldo para se infiltrar no DEM, e que o apóie: “eu só apoio candidatos a deputados do PT”.

Nada amistosa
É um erro pensar que o ex-governador Jorge Viana vai chegar e simplesmente mandar os deputados federais Henrique Afonso (PV) e Fernando Melo (PT) desistirem do Senado.

Não são dois manés!
A coisa não é tão simples: não são dois manés! Henrique e Fernando são deputados federais bem votados e as suas postulações no mínimo terão que ser discutidas na FPA.

Muito habilidoso
Jorge tem entre as suas virtudes ser habilidoso no trato com as situações políticas complexas, como a da segunda vaga do Senado, para atropelar os dois parlamentares.

Não consigo
Por mais que me debruce, eu não entendo como setores da oposição hostilizam o ex-deputado federal Márcio Bittar (PSDB), justo quem pode ganhar uma vaga do Senado.

Com todo respeito
Os candidatos Fernando Lage (DEM) e Sérgio Barros (PSDB) juntos, não possuem um terço da densidade do Márcio Bittar: sobre isso nem cabem contestações.

Sejamos pragmáticos
A oposição só tem dois nomes que podem disputar a segunda vaga do Senado com chance de ganhar: Márcio Bittar (PSDB) e Flaviano Melo (PMDB). E mais ninguém!

Pau na moleira
Os demais candidatos são como bois indo para o matadouro: é morte certa.

Alguém entende?
E ainda assim a oposição insiste em lançar os seus candidatos mais fracos.

Ironia que cabe
A situação inusitada resultou num comentário irônico do ex-governador Jorge Viana (PT), de que a oposição estava entrando na eleição deste ano com seu time reserva.

Relembrando
Aqui, disse por diversas vezes que os policiais militares que fizeram um protesto por melhores salários em frente à casa do governador Binho não cometeram crime algum.

Tolice jurídica
Também disse que enquadrar os PMs em rebelião era uma tolice jurídica, porque a Constituição Federal ampara protestos de militares fora do serviço, como no caso.

Justiça confirma
Esta sentença do juiz Gustavo Sirena mandando arquivar o processo contra os militares só veio confirmar a tese defendida nesta coluna.

Sopa no mel
O arquivamento foi a sopa no mel para o major PM Wherles Rocha, que reforça seu prestígio na tropa da PM, onde tende ser o candidato mais votado para a Aleac.

Pé atrás
Toda vez que dirigentes da oposição falam em candidatura ao governo, embora achem que podem ganhar a eleição, se referem ao senador Tião Viana (PT) como favorito.

Sempre na frente
E que em todas as pesquisas internas dos partidos Tião Viana aparece liderando.

Bom quadro
Tem secretário do governo que ganhar um salário mínimo é muito. Mas, araruta tem seu dia de mingau: é de se destacar o trabalho sério e brilhante do Paulinho do Idaf.

Flaviano na berlinda
O deputado federal Petecão (PMN) liga de Maceió para dizer que vai insistir junto ao deputado federal Flaviano Melo (PMDB) que saia candidato ao Senado porque ganha.

Não levanta
Com Flaviano Melo (PMDB) ou Márcio Bittar (PSDB) disputando o Senado, Petecão acha que o presidente da Aleac, deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), pula do barco.

Dedução política
Para Petecão, em qualquer das hipóteses Edvaldo não é ingênuo de sair de cima do orçamento da Aleac de R$ 8 milhões mensais para uma candidatura de risco ao Senado. 

Mais pesada
Das declarações de dirigentes do PMDB, de que duas candidaturas ao governo como quer o PSDB é amadorismo político, a que mais tem peso é a do prefeito de Cruzeiro do Sul, Wagner Sales (PMDB) que, ameaça não entrar na campanha se vencer a tese. Se com o apoio do Wagner já é difícil uma vitória da oposição ao governo, sem ele: é quase impossível.

 

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