Política nacional 21/01/2010

“O PT é doutor em terrorismo eleitoral”.

Presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), ao afirmar que o PAC é um palanque.

Bandido vendia dinheiro falso no Congresso
Um estelionatário preso em Brasília, esta semana, atuava também no Congresso. A Polícia Civil apreendeu com Aurino Benjamin de Barros, 47, além “milhões” em cédulas falsas, fotos dele até nos plenários da Câmara e do Senado, insinuando “livre-trânsito”. Servidores disseram à coluna que há anos Aurino oferecia, até a parlamentares, a troca de dinheiro falso por real, à base de “três por um”. E fez muitos negócios.

Esses políticos…
Parlamentares usariam o dinheiro falso para pagar a cabos eleitorais nos estados, segundo funcionários do Congresso.

Sem suspeita
O delegado Aélio Caracelli, da 5ª DP de Brasília, que investiga o caso, garante que não averigua o envolvimento de políticos no estelionato.

Livre-trânsito
Os diretores das polícias do Senado e Câmara, onde o estelionatário fazia negócios, afirmam ignorar completamente o assunto.

Arrependimento
A polícia prendeu o bandido após denúncia de um comerciante do Maranhão, que trocou R$ 250 mil por R$ 1 milhão em cédulas falsas.

Câmara investiga ONGs…
O deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), ex-presidente da Câmara, anunciou ontem que convocará para depor na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional as representações indígenas que, em um manifesto, acusaram as organizações não governamentais (ONGs) estrangeiras de se aproveitarem deles para ganhar milhões de dólares obtidos junto a governos e a financiadores internacionais.

Contra a reforma
A acusação dos índios contra ONGs estrangeiras está no manifesto deles contra a reforma administrativa em curso na Funai.

Nomes aos bois
A bronca principal dos índios é contra as ONGs Instituto Socio-ambiental (Isa) e Centro de Trabalho Indigenista (CTI).

Má publicidade
Estranho, o tratamento em spa chiquérrimo da Serra Gaúcha, a que se submeteu Dilma Rousseff: ela não emagreceu, como dizem; engordou.

Maldade
Email de ataques a Lula, na internet,  inclui  “Franklin Goebbels Martins”, ministro da Propaganda de Lula, entre os destinatários. O sobrenome enxertado é de Joseph Goebbels, ministro da propaganda de Hitler.

Torneiro globalizado
Quem diria, Lula ganha, dia 29, em Davos, Suíça, o inédito prêmio de Estadista Global, do Fórum Econômico Mundial. Para quem começou no radical Foro de São Paulo, é a verdadeira “metaformose ambulante”.

Os ‘Battisti’ do Paraguai
O governo paraguaio reiterou ao jornal ABC Color que reforçará o pedido de captura de Anúncio Martí, Juan Arrom e Victor Colmãn, refugiados no Brasil, acusados do seqüestro de uma milionária paraguaia. Arrom é contraparente do atual presidente, Fernando Lugo.

Essa coca cola
Deve ter sido excesso de chá de coca: o presidente maluquete da Bolívia, Evo Morales, vai pedir à ONU que rechace a “ocupação militar” dos EUA no Haiti. Se bobear, o papagaio de Chávez declara guerra…

Bolha
Em entrevista à revista Businesss Week, o presidente da construtora Gafisa, Wilson Amaral, disse esperar que os preços de imóveis no Rio e em São Paulo aumentem em 40%. A culpa é da economia estável.

Partido dos desempregados
Uma ducha de água fria oficial: o governo Lula criou 995 mil e 110 empregos em 2009 – o pior resultado desde o início do mandato do candidato do PT, que prometeu dez milhões, na campanha de 2002.

Passaporte
A Polícia Federal mudou o formato do passaporte há quatro anos, mas mesmo assim demora muito para um cidadão conseguir renová-lo. Em Brasília, chega a um mês a espera para agendar atendimento.
 
Tudo azul
Em Guajará-Mirim (RO), na fronteira com a Bolívia, Viagra é vendido sem receita a R $ 2,50 e R$ 50 a cartela de cinqüenta comprimidos. O remédio é contrabandeado livremente do Paraguai e da Bolívia.

Pensando bem…
…é por medo de vaias nos aviões de carreira que certos ministros preferem a “milhagem” nos jatinhos da FAB.

PODER SEM PUDOR

Ameaça explícita

Foi pesado o clima da reunião ministerial que discutiu o projeto que autoriza os transgênicos. Coube ao ex-todo-poderoso chefão José Dirceu encerrá-la:
– Na semana que vem discutimos o projeto novamente. Mas, com a reforma ministerial, eu não sei se estarei aqui… – brincou.
Todos sorriram, exceto a então ministra Marina Silva (Meio Ambiente), que afirmou:
– Pois quem não garante que estará aqui sou eu, se o texto do relatório ficar do jeito que o Aldo (Rebelo) deixou.
Foi a primeira vez que a ministra ameaçou demitir-se.

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