Juíza nega liberdade provisória e mantém prisão de acusados de matar PM

A juíza substituta da 2ª Vara Criminal de Rio Branco, Larissa Pinho de Alencar Lima, negou liberdade provisória e manteve a prisão preventiva de Emerson Ferreira Lima, 26 anos e Jhonny Rafael Peixe, 22 anos, acusados do roubo seguido de morte (latrocínio) do policial militar, Jussivan Teles Nogueira, 33 anos. O crime aconteceu no dia dois de setembro do ano passado. Antes de ser morto dentro da própria casa, no bairro Mauri Sérgio, o PM teve braços e pernas amarrados.

“Eventos como esses deixam toda sociedade em pânico, horrorizada, refém de bandidos inescrupulosos, que no alto de suas reações psicopáticas não poupam ninguém. A população não agüenta mais tamanha insegurança e audácia dos meliantes, e encontra-se estarrecida com a enorme onda de criminalidade que vem assolando esta cidade nos últimos meses, colocando em descrédito o próprio Judiciário e as demais instituições responsáveis pela Segurança Pública neste Estado […]”, destaca a magistrada num dos trechos da decisão.

Além de Emerson e Jhonny, um menor de 17 anos também foi denunciado pelo crime e apontado por ambos como o autor dos disparos que matou o policial. Outros dois maiores que também teriam tido participação estão em liberdade porque o Ministério Público Estadual (MPE) não encontrou nenhum indício de participação contra eles.

A DENÚNCIA: Segundo a denúncia oferecida pelo MPE, o policial militar Jussivan Teles Nogueira, foi rendido por volta das 21h35, no interior da própria casa, localizada na Rua São Vicente, nº 56, bairro Mauri Sérgio, no dia dois de setembro deste ano. A defesa da vítima foi a impossibilidade, haja vista que pernas e braços foram amarrados, numa típica cena de execução. Após ser assassinado com dois tiros de pistola na cabeça, os acusados deixaram o local numa motocicleta, levando junto pertences e objetos pessoais da vítima.

 

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