Política nacional 27/02/2010

“Eu acho que ele vai correr da briga”.

Deputado Ciro Gomes (PSB-CE), sobre o tucano José Serra na disputa presidencial.

Generais boicotaram tributo aos heróis no Haiti
Causou embaraço ao Comando do Exército e grande revolta na tropa a ausência de generais na homenagem do Senado, terça (23), aos 17 militares mortos no terremoto do Haiti. Ninguém explica o boicote. O Exército ignorou a pergunta da coluna. Seu Centro de Comunicação Social limitou-se a informar que “se fez representar” por “oficiais do gabinete” do comandante Enzo Peri e familiares das vítimas.

Esterco mental
Marco Aurélio Garcia na versão cubana do seu top-top indecoroso: “Há problemas de direitos humanos no mundo inteiro”.

Dilminha paz e amor
A ministra-candidata Dilma dispensou o veículo de segurança que escoltava seu carrão oficial agressivamente, nas ruas de Brasília.

Cara nova
A pedido da Presidência da República, a galeria de ex-presidentes terá um novo retrato de Jânio Quadros na reabertura do palácio do Planalto.

Turista imprevisto
Lula nada tinha a fazer em El Salvador, e passou um dia e meio. No Haiti, ficou 6 horas. Em Porto Príncipe não havia primeira-dama petista.

DF: interventor…
O Governo Federal alinhava os critérios para ajudar o presidente Lula a escolher o interventor do DF, caso o Supremo Tribunal Federal decida por essa medida extrema. O escolhido será necessariamente alguém ligado à Justiça, com trânsito político e de “mãos limpas”. Observando esses critérios, dos nomes mais fortes é o do ex-deputado Flávio Bierrenbach, ministro aposentado do Superior Tribunal Militar.

Sem ambição
Considerados fortes para liderar a intervenção no DF, Sigmaringa Seixas e Costa Leite, ex-presidente do STJ, não desejam o cargo.

Brasílianic
Agências de notícias alertam sobre o deslocamento de grande iceberg no continente Antártico, “quase a metade do DF”. A outra já derreteu.

Oba, oba’
O primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi, que adora uma safadeza, chega ao Rio crente que desembarca no “templo da perdição”.

Estilo rejeitado
Em Brasília, experientes advogados de tribunais superiores atribuem o afastamento do criminalista José Gerardo Grossi da defesa de Arruda ao fato de ele não se habituar ao estilo “porta de delegacia” do outro advogado do governador preso, o não menos admirado Nélio Machado.

A fila cresce
Nabor Bulhões, responsável pela competente defesa do Estado italiano no caso da extradição do terrorista Cesare Battisti, foi outro que não se deu bem na companhia do serelepe carioca Nélio Machado.

Mãos ao alto!
Faltou luz ontem na Câmara do DF, quando o deputado distrital Chico Leite (PT) apresentaria seu parecer favorável ao impeachment do governador “aprisionado” Arruda. Não foi roubo de lâmpadas.

O salvador de El Salvador
Lula fará um mimo ao “companheiro” Mauricio Funes, o presidente salvadorenho casado com brasileira petista: empréstimo de US$ 500 milhões do BNDES para “programas sociais” e renovação de ônibus.

Richa em campanha
Em abril, o prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), deixa o cargo para fazer campanha ao governo do Paraná. Assume em seu lugar, na prefeitura, o vice Luciano Ducci (PSB), aliado de Ciro Gomes.

Vida dura na TAM
Quinta (25), após dar boas-vindas aos passageiros, o piloto do vôo JJ 3928 SP-Rio, soltou um “p…, até que o sanduíche desta vez está legal”. A aeromoça largou o carrinho de lanches e o alertou sobre o microfone. 

A bolha assassina
O diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, alertou o Brasil e outros emergentes para o “risco real” de uma bolha especulativa, dado a excessiva entrada de capital externo. “Orca assassina” nós já temos.

Cheiro de pizza
A falta do que fazer dá barato: estudantes da USP vão fumar orégano neste sábado para legalizar a maconha. Os aliados do governador “esfumaçado” do DF podiam fumar arruda para “limpar o ambiente”.

Preso a quilo
No mercado paralelo dos direitos humanos do Brasil, um presidente deposto Manuel Zelaya vale uns cinco cubanos mortos pela ditadura.

PODER SEM PUDOR

Teste fatal

Em São Paulo, o petista Epitácio Luiz Epaminondas, o “Luizão”, estava em campanha para deputado estadual, em 1990, quando um eleitor testou:
– Estou inclinado a votar em você. Diga-me: já leu algum livro de Machado de Assis?
Luizão coçou a cabeça, lembrou de uma novela da Globo e respondeu:
– “A Moreninha”!
O leitor fez cara feia e foi embora. Luizão perdeu o voto sem desconfiar que “A Moreninha” é um romance de Joa-quim Manuel de Macedo.

Assuntos desta notícia

Join the Conversation