Gazetinhas 23/03/2010

* Virose braba atacando na cidade.

* Não é dengue, é mais do que gripe, o que seria?

* Na política local, a ‘revolta dos nanicos’, puxada pelo ve-reador Cabide e insuflada pelo Jack Montana, parece séria.

* A propósito, Crica, tem e-mail para você de outro revoltoso, o Francisco Labibiano.

* A conferir no que vai dar.

* Revista Veja desta semana traz como capa e matéria principal o “O psicótico e o daime”.

* O caso daquele rapaz maluco, Cadu, que matou o cartunista Glauco e o filho Raoni, em São Paulo.

* Outros articulistas, como Carlos Heitor Cony e Bárbara Gancia também abordaram o assunto.

* Esta última, talvez, com mais propriedade, escrevendo que o ayhuasca não deveria ter saído dos limites da Amazônia para ser comercializado e consumido de qualquer jeito.

* Números excessivos de acidentes de trânsito chamaram a atenção do governador Binho Marques.

* Ontem, ele abordou o problema no seu programa ‘Dois dedos de Prosa’, que vai ao ar pelas emissoras de rádio às segundas-feiras.

* Em tempo: no final de semana um motoqueiro atingiu um guarda de trânsito que estava lanchando.

* Seu estado de saúde é grave.

* E para o leitor que ligou, pedindo informações sobre o caso do rapaz que teria tido um pedaço da orelha cortado a dentadas por um PM em Brasiléia…

* …a informação que se tem é a de que o soldado terá que fazer exames da arcada dentária, para ver se coincide com o tipo de mordedura, enfim, da dentada.

* Satisfeito?

* Circulando mais uma edição da revista ‘Acre’ da Fieac, relatando que entre os empresários locais é só otimismo para este ano, com previsão de crescimento de até 15%.

* Muito em função das grandes obras dos governos local e federal, o pac, pac, pac lulista.

* Caso escabroso este do professor acusado de pedofilia.

* Ele nega as acusações, mas diz que não vai se entregar à polícia, porque tem medo de ser morto dentro do presídio.

* Uma chuvarada no meio da tarde para comemorar o Dia da Água.

* ‘Aquele time’ achava que o jogo já estava ganho, domingo, contra o Fogão.

* Se o árbitro, que vestia vermelho por baixo do uniforme, não tivesse dado meia-hora de acréscimo…

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