Política local 18/03/2010

“Na política pode-se ir do céu ao inferno na virada da noite”.

Da coletânea “Frases famosas”.

Enquanto seu lobo…
Diferente do puxa-encolhe do ex-deputado federal Márcio Bittar (PSDB), o deputado federal Sérgio Petecão (PMN) está em campanha para o Senado, convicto de que ganha a eleição. Baseia-se, diz ele, em várias manifestações de apoio recebidas, e  o incentivo vindo nos bastidores de grupo importante do PT. Pragmático, Petecão garante que só não será candidato se a aliança puxada pelo PSDB vetá-lo. Enquanto seu lobo não vem, toca a sua candidatura. 

Cordão engrossando
Além do PPS, com o qual as conversas estão bem avançadas, o deputado federal Flaviano Melo (PMDB) também trabalha para trazer o apoio do PSC da empresária Antonia Lucia.

Boa desidratada
Isso ocorrendo, a candidatura de Tião Bocalom (PSDB) ao governo dará uma boa desidratada, fator extensivo às chapas de deputado federal e deputado estadual puxada pelos tucanos.

Nosso Hugo Chaves
Quem vê a sargentona Dilma Rousseff (parece o Chuck, o boneco assassino) falando, fica com a impressão que no poder, ela seria uma espécie de Hugo Chaves de saias. Madeira, três vezes!

Em canto algum
Dei uma vasculhada na internet nos principais jornais internacionais e em nenhum vi uma linha dizendo que o mundo “está impressionado” com o modelo econômico do governo acreano.

Briga diferente
Enquanto há muita briga para ser primeiro suplente de Jorge Viana (PT) ao Senado, no PMDB, a situação é inversa: a briga é para não ser o indicado a suplente do senador Geraldo Mesquita.

Querem apostar?
Querem apostar que o abacaxi vai desabar no colo do Armando Dantas?

Ruim de matemática
O deputado Ney Amorim (PT) é ruim de matemática, ou não diria que o mensalão do DEM foi superior ao mensalão do PT. É como comparar um assalariado com o bilionário Eike Batista.

Não é bem isso!
Com todos que converso na oposição, a candidatura do deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) ao Senado é vista como “pronta para ir ao matadouro”, só que a coisa não é assim na prática.

Toda estrutura
Que Edvaldo Magalhães (PCdoB) nem chega perto da liderança de um Jorge Viana é vero, mas como suporte de sua candidatura estará a FPA.

Disputa dura
Seja Márcio Bittar (PSDB) ou Sérgio Petecão (PMN) o nome da oposição ao Senado terá uma parada dura.

Mera figuração
O PT anunciou a candidatura do superintendente do Incra, Raimundo Cardoso, a deputado estadual. Pelo seu pouco potencial, é um nome para disputar as últimas colocações.

Se coçando
O deputado N.Lima (DEM) ficou se coçando ontem na Aleac para fustigar a secretária Laura Okamura, que compareceu à sessão solene em homenagem à Campanha da CNBB.

Razão de ser
N. Lima (DEM tem razão: por três vezes requerimentos da oposição foram derrubados no plenário para blindar a sua imagem de questionamentos dos deputados.

Cercado no quartel
O major Rocha tem que procurar votos fora da corporação se quiser eleger-se deputado estadual, porque já chegam a seis os candidatos dentro da Polícia Militar.

Má escolha
O tema da CNBB que não se pode servir a Deus e ao dinheiro foi lançada ontem, num ambiente nada propício: o plenário da Assembléia Legislativa.

Grande Birico!
O militante político Ruy Birico anunciava ontem que vai lançar sua candidatura ao Senado pelo PSDB. “Eu tenho mais mérito que os candidatos apoiados pelo Bocalom”, disparava.

 Marco triplo
Perguntaram-me ontem quem eu achava que seria o último colocado para deputado federal no PT, se Idésio Frank ou Leonardo Brito? Minha resposta: “páreo duro, cravo coluna tripla”.

Chapa própria
O deputado Moisés Diniz (PCdoB) me garantiu ontem que o PCdoB sairá só para deputado estadual, já tendo candidatos escolhidos em todos os municípios acreanos.

Porta fechada
Considera difícil aceitar a entrada dos deputados Hélder Paiva (PR) e Dinha Carvalho (PR), porque se isso ocorrer é natural que a maioria dos candidatos comunistas recuem.

Domar o monstro

O deputado Walter Prado (PDT) disse ontem que a Aleac tem a obrigação de aprovar a sua proposta de anistia para as dívidas dos pequenos agricultores que não escaparam à sanha de multar do Imac. Na sua opinião, a Casa pariu um “monstro” ao aprovar a criação do Imac, e cabe aos parlamentares domá-lo para que não continue causando mal ao homem do campo.

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