Não foi fatalidade

O governo, através das autoridades do setor de Saúde, precisa cobrar uma apuração rigorosa das causas desse incêndio no Hospital da Criança. Não foi uma fatalidade. Houve falhas graves, que poderiam ter provocado uma tragédia.

O que se observa é que há uma preocupação quase exagerada em construir grandes obras públicas e pouco cuidado, depois, em zelar por elas, em fazê-las funcionar com segurança, sobretudo, oferecendo um serviço de boa qualidade à população.

No caso desse incêndio é evidente que houve descuido na manutenção do almoxarifado, onde estava estocado todo tipo de material inflamável. Qualquer faísca de uma rede elétrica malfeita ou sem a constante manutenção seria fatal. Como um aparelho que deveria ser desligado e não foi e assim por diante.

Não se trata aqui de culpar o governador ou o secretário tal. Como se noticiou, o governador foi pessoalmente ao local e ao que consta teria sido exigente na cobrança de responsabilidades. É justamente isso que a sociedade espera e também exige para que o caso não seja esquecido, sem que sejam conhecidas as causas e os responsáveis.

Como se divulgou, foi uma ocorrência grave, que poderia redundar em tragédias e isso tem que ser apurado com rigor.

 

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