Caso Esquilo leva um delegado e 10 policiais civis a júri popular

Um delegado e dez policiais civis vão a júri popular, em Rio Branco, nesta quinta-feira, 11, para responder pela morte de Francisco da Silva Teixeira, o “Esquilo”. O crime aconteceu em 13 de novembro de 1993, no bairro Nova Estação. Treze tiros foram efetuados contra a vítima, que era perseguida pela equipe policial, numa típica operação de combate ao tráfico de drogas.

Vão sentar no banco dos réus: Antonio Marcos da Silveira Lima (“Marcão”), Francisco Barroso de Souza (“Barroso”), Carlos Rodrigues de Mendonça (“Mendonça”), Eraldo Marinho Rodrigues, Francisco Furtado de Araújo (“Pereca”), Regimildo Mauro da Silva Moura (“Papagaio”), Carlos Gomes da Silva (“Lampião”), Aidano Nogueira de Barros, José Moreira da Silva (“Xapuri”), Amarildo Leite da Rocha (“Amarildo Mão-Pelada”) e Eremildon Luis de Souza.

Esquilo foi assassinado em 1993. O inquérito, instaurado no mesmo ano do crime, foi arquivado por falta de provas e reaberto em 1999, a pedido da família. De acordo com os familiares da vítima, Esquilo já havia se rendido aos policiais, quando foi executado com vários tiros. Todos os indiciados estão em liberdade e exercendo plenamente as suas funções.

Segundo denúncia oferecida pelo Ministério Público Estadual (MPE), o traficante teria sido morto pelos policiais durante uma perseguição no bairro Nova Estação, próximo ao Horto Florestal. Esquilo, que estaria desarmado, foi executado com 13 tiros. Na impossibilidade de confirmar os autores dos disparos, a promotoria resolveu indiciar todos os policiais que participaram da ocorrência.

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