Política local 06/04/2010

“O PAC não é programa, é colagem de obras. Alguma coisa nesta marmita está requentada”.

Marina Silva (PV), sobre o PAC 2, lançado por Lula.

Aula de malandragem
O ex-deputado federal João Correia (PMDB) é uma cabeça privilegiada com quem é bom conversar. Considera que Sérgio Petecão (PMN) deu uma aula de “malandragem política” na cúpula do PMDB para viabilizar seu nome ao Senado. Para Correia, Petecão prometeu se aliar com o PMDB, apenas como estratégia para obrigar os tucanos a referendar sua candidatura.

Show de comicidade
João Correia diz que a atitude do deputado federal Sérgio Petecão (PMN) tem sua pitada de comicidade, porque toda a cúpula do PMDB acreditou que o parlamentar traria o PMN.

Tremenda insegurança
A oposição, segundo João Correia (PMDB), vive um “terrível clima de insegurança política” à véspera da eleição, sem saber até hoje se terá um ou dois candidatos a governador.

Tirar o cavalo da chuva
Sobre retirar sua candidatura ao Senado para beneficiar outra candidatura, ele é enfático: “não abro para o Petecão e nem para o ovo da serpente (como se refere ao Márcio Bittar)”.

Posição discordante
Sobre candidatura ao governo tem posição que tromba com a cúpula do PMDB: “defendo e vou continuar defendendo duas candidaturas ao governo, com apenas uma só favorece o PT”.

Pisando nas estrelas
É de muita presunção a declaração do secretário de Articulação Política da PMRB, Márcio Batista, que não deixa o cargo para ser candidato à Aleac para “manter a governabilidade”.

Tanto faz
Com essa bancada servil da Câmara Municipal, que aprova até projeto propondo lotear a Lua, ter um secretário de Articulação Política tanto faz como tanto fez, não influi em nada.

Fim do debate
O presidente do STF, Gilmar Mendes, colocou um fim na discussão estéril sobre a distribuição de royalties do pré-sal, ao dizer que o projeto aprovado na Câmara Federal é inconstitucional.

Batalha da Normandia
O deputado federal Flaviano Melo (PMDB) chega hoje em Brasília para sentar com a direção nacional tucana e decidir de vez se haverá ou não a aliança PMDB-PSDB, no Acre.

Única situação
O PMDB exige para se aliar com os tucanos que Rodrigo Pinto (PMDB) seja o único candidato ao governo da oposição e que o PSDB escolha e indique o seu nome ao Senado.

Área limpa
Com a renúncia de ontem do deputado federal Henrique Afonso (PV) a dobradinha para o Senado será o segredo de Polichinelo que todos já sabe: Jorge Via-na (PT) e Edvaldo (PCdoB).

Vaga garantida
A se confirmarem os boatos que o deputado federal Henrique Afonso (PT) sairá para a reeleição, só por uma grande zebra uma das vagas do chapão da FPA não será sua.

Montado no esquema
O prefeito de Plácido de Castro, Paulinho Almeida (PT), chega e-mail, está pressionando seus funcionários a votar na reeleição do deputado Ney Amorim (PT), sob pena de demissão.

Cavalo da chuva
O ex-deputado federal Zico Bronzeado (PT) tire o cavalo da chuva para não pegar pneumonia, se pensa que a prefeita de Brasiléia, Leila Galvão, jogará a máquina na sua candidatura à Aleac.

Telefonema surpresa
O candidato ao Senado Sérgio Petecão (PMN) teve a maior surpresa outro dia, ao receber um telefonema do advogado André Hassem (não está no PCdoB?) lhe hipotecando apoio.

Rende votos
André Hassem foi o segundo mais votado na eleição passada à prefeitura de Epitaciolândia.

Feudos políticos
O petista e candidato a deputado estadual, Geraldo Pereira, está montando duas bases políticas que, poderão lhe render muitos votos: em Porto Acre e em Assis Brasil.

Barca furada
Não falei que a tal “revolta dos nanicos” não agüentaria um grito e um murro na mesa dos caciques da FPA? Depois daquela gritaria, alguém ouviu nova manifestação de desagrado?

Ato desmanchado
Encontro o dirigente do PPS, Edson Bittar, e lhe pergunto: a decisão da deputada Idalina Onofre (PPS) representa a posição do partido? Resposta: “é uma posição isolada dela”.

Apoio fictício
Reafirma que o apoio do PPS à candidatura de Sérgio Petecão (PMN) ao Senado é uma ficção.

Pancada grande
O argumento dos contrários à candidatura única da oposição é que, na última pesquisa do PMDB, quando Tião Viana (PT) enfrenta numa simulação um único adversário, ele beira os 66%.

Argumento contraditório
É um argumento contestável, porque nas quatro pesquisas que vi, todas feitas por partidos de oposição, nelas, na simulação de um segundo turno, Tião Viana (PT) também ganha em todas.

Aposta no imponderável
Fica difícil apostar com certeza como se comportará a direção nacional do PSDB, quando definir esta semana o caso do Acre: para ter a aliança com o PMDB, que interessa ao projeto nacional de Serra, há que se tirar a candidatura de Bocalom (PSDB) ao governo, só que para isso teria que haver a medida antipática da intervenção. É muito difícil dizer que bicho vai dar.

 

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