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Política local 18/04/2010

“Gostaria de ser um delegado para desvendar esse mistério”.

Padre Mássimo Lombardi, sobre o caso Fabrício.

Belo, contundente, atual
Assim foi o artigo de ontem da historiadora Fátima Almeida, nesta GAZETA, sob o título “Vale de Lágrimas”, desnudando o Acre e suas vísceras: como um furacão levou de roldão os nossos “historiadores oficiais”, que criam heróis e trocam datas históricas para agradar quem está no poder e fustigou o inerte secreta-riado do governo. A “quantidade” de secretários devia emoldurar o artigo para tirar ensinamentos, buscar a “qualidade”, e deixar de capinar sentado.

Tudo errado
O deputado e delegado de polícia, Walter Prado (PDT), cansado de trapalhada em trapalhada da Polícia Civil, entrou de vez no caso do garoto Fabrício, para desvendar o intrigante mistério.

Ninguém entende
Walter Prado diz que até agora ele não conseguiu entender (alguém entende?) por que os dirigentes da Secretaria de Segurança, não buscaram até aqui parceria com a Polícia Federal?

Observação lúcida
Um professor em greve desabafava ontem num supermercado que o governo até abre negociação, mas, nada do que é acertado pelo Carioca, batido o martelo, é cumprido.

Conta a do papagaio
A ser verdade a afirmação que o prefeito de Feijó, Dindim (PSDB), vai morar numa  mansão “doada numa cota de amigos”, é de se pedir:  agora, que tal contar aquela piada do papagaio?
 
Milagre do poder
Estranho é que estes “amigos” só tenham resolvido fazer esta cota depois que o Dindim (PSDB) ganhou a eleição de prefeito. Antes, por certo, não lhe pagavam nem uma tigela de açaí.

Pressão indevida
Chega e-mail denunciando que o prefeito de Plácido de Castro, Paulinho Almeida (PT), continua pressionando funcionários a apoiar o deputado Ney Amorim (PT).

Mais eficaz
A coluna dá a divulgação, mas, bem mais eficaz seria quem está sendo pressionado, fazer a denúncia na Justiça Eleitoral, que existe para coibir este tipo de abuso.

Quesito de destaque
Empresário elogiava ontem o prefeito de Sena Madureira, Wanderley Zaire: “só compra o que pode pagar, não mente, não engana e restabeleceu a credibilidade da prefeitura no comércio”.

Bem interessante
Dos blogs não escritos por jornalistas, um dos mais interessantes é o do “Acreucho”, pela contundência nas críticas, fugindo da mesmice do elogio farto a quem está no poder.

Corda em promoção
Até agora não apareceu um bom nome que tope ser o vice do candidato ao governo, Tião Bocalom (PSDB), que é o mesmo que comprar corda para um enforcamento político certo.

Sem surpresa
Com uma campanha bem estruturada no Vale do Acre, o professor Ermício Sena (PT), se for eleito para a Aleac não será nenhuma surpresa, além de que, é um quadro bem  qualificado.

Requisitos básicos
Como a coluna deu em primeira mão o major PM Wherles Rocha será o vice na chapa de Rodrigo Pinto (PMDB) ao governo, pelo seu prestígio e respeito da tropa em todo Estado.

Troca em estudo
Existe uma discussão avançada no PTB para que, ao invés do advogado Junior Fleming ser candidato a deputado estadual, sua mãe Iolanda Lima é que seja a candidata.

Se não der zebra
Não dando nenhuma zebra o primeiro suplente ao Senado de Jorge Viana (PT) será o deputado federal Nílson Mourão (PT) e o de Edvaldo Magalhães (PCdoB) o médico Carlos Beirute (PTB).

Nome dos nanicos
O médico e ex-vereador Carlos Beirute (PTB) é o candidato dos partidos nanicos da FPA.

Nome certo
Como a coluna já tinha antecipado, já na oposição, o primeiro suplente do candidato ao Senado, Sérgio Petecão (PMN), será o empresário Fernando Lage (DEM).

Pago para ver
Como num jogo de cartas pago para ver os professores esticarem esta greve até o governo ceder às suas exigências, por um motivo: o Sinteac é hoje uma extensão da Casa Rosada.

Bom exemplo
Um exemplo é o presidente do Sinteac, Manoel Lima: será candidato a deputado  pelo PT.

Emplacar a rabada
Dando a lógica, no Acre, Marina Silva (PV) e José Serra (PSDB) disputam a maior votação para a presidência, com a petista Dilma Rousseff puxando a rabada.

Nunca falou
O deputado Chico Viga (PT), durante estes quatro anos, nunca foi à tribuna para defender o governo. Aliás, nunca foi à tribuna para abrir a boca sobre nenhum assunto.
 

 

Caldo grosso

Abrahim Farhat, o Lhé, é um invejoso ao dizer que as feijoadas de hoje do PT são bem menos interessantes que a dos primórdios do partido no Acre. Pode até ser, como diz: menos lúdica, menos interessante, mas, garanto que a feijoada da atualidade é bem mais generosa nos ingredientes, como bacon e carnes nobres. No tempo do Abrahim e do Dudé o máximo que se conseguia pescar no prato de feijão ralo era um naco de pé de porco. Hoje, o caldo é grosso!