Política local 25/04/2010

“Mulher quando quer pular a cerca e água de morro abaixo ninguém segura”.

Frase de pára-choque de caminhão.

Cara do rancor
“José Serra é mais preparado para governar o Brasil do que a Dilma Rousseff”. Fosse a frase dita por algum tucano não deveria ser levada muito a sério. Mas não, ela foi grafada pelo adversário declarado e pessoal de Serra, o deputado federal Ciro Gomes (PSB), em recente entrevista. Pelas declarações de Dilma ela é uma destrambelhada. Sua cara é de mulher mal amada, rancorosa com o mundo, no poder, seria o nosso Hugo Chaves de saias apertadas.

Convicção
Pergunto a uma das mais influentes figuras do PMDB sobre a candidatura Rodrigo Pinto ao governo. Resposta: “ganhar do Tião Viana é improvável de ocorrer, mas do Bocalom é certo”.

Difícil de bater
A análise acima é coerente, porque a candidatura do senador Tião Viana (PT) ao governo tem um referencial que a difere: seu universo de votos vai muito além dos limites da FPA.

Doido por um cascudo
Comentário ouvido de um espectador após o duro discurso do vereador Cabide (PTC) contra o governo nas manifestações grevistas: “está doido para levar um cascudo do Carioca”!

Outro comentário
Outro comentário cômico, que ouvi e registro: “queria ter nos bolsos em notas de cem o número de vezes que já atacaram o Carioca e o Sérgio Roberto nesta greve”.

Jogou nas cordas
Um sindicato novo, mas, que já se mostrou atuante é o dos agentes penitenciários: desde que foi fundado, em nenhum dos confrontos com o governo, foi levado às cordas do ringue.

Terremoto paranormal
O diretor do Deracre, Marcos Alexandre, atribuiu a um “terremoto” – deu na imprensa – o deslocamento de pilares da ponte sobre o Rio Caeté. Só que nenhum sismógrafo registrou o tremor.

Gonzaguinha é esperto
O deputado Luiz Gonzaga (PSDB) passa os três anos de mandato calado. No dia da eleição, sobe amiúde na tribuna e larga o pau no governo para se cacifar nos votos da oposição.

Grande cartada
O deputado federal Gladson Cameli (PP) deu a cartada certa em buscar caminhos políticos próprios descolados do governo, e, por isso tem reeleição garantida entre os mais votados.

Estaria pebado
Tivesse aceitado os conselhos do primo e vice-governador César Messias (PP) e apoiado o PCdoB em Tarauacá e o Nílson Areal em Sena Madureira estaria hoje  a ver navios no vento.

Rebeldia compensada
Não aceitou, e tem hoje dois prefeitos o apoiando: Wando Torquato (PP) em Tarauacá e Wanderley Zaire (PP) em Sena Madureira, mostrando ser um noviço esperto e independente.

Faz notícias
Entre os secretários do Binho Marques, o que mais cria eventos positivos que divulgam o Acre é o Cassiano Marques, do Turismo, um dos que não capina o quintal sentado.

Bons candidatos
Entre os bons candidatos da coligação do PT que disputam vagas na Aleac estão Francimar Fernandes (PT), Ermício Sena (PT) e Geraldo Pereira (PT), todos com boas chances de ganhar.

Fernando Melo
Pela sua lealdade ao projeto do PT, por ter retirado sua candidatura ao Senado e evitar fissuras na FPA, o mínimo que a cúpula petista tem que lhe dar na campanha é uma boa contrapartida.

Até por isso
E até porque cumpre um bom mandato, além de ser um quadro qualificado do partido.

Sai dessa
Se o ex-vereador e médico Carlos Beirute (PTB) conti-nuar participando dessas reuniões do G8 para discutir miolo de pote pensando que será indicado suplente do Magalhães, está lascado.

Ganharia mais
Beirute ganharia muito mais tirando uma soneca no horário dessas reuniões.

Campanha colada
Onde o ex-governador Jorge Viana tem ido leva o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) puxado para tentar colar a imagem do comunista na sua boa aceitação popular ao Senado.

Não revelada
O deputado federal Sérgio Petecão (PMN) saiu da conversa de ontem com o prefeito de Cruzeiro do Sul, Wagner Sales (PMDB) eufórico, mas não quis adiantar o resultado do papo.

Casa de mãe Joana
A coligação dos partidos nanicos da FPA não conseguiu consenso na indicação de um nome para a primeira suplência do deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), mostrando ter uma unidade de “Casa de Mãe Joana”, onde todo mundo manda e ninguém obedece. E até foi  bom não ter conseguido: o nome a ocupar este espaço está definido é o do médico Julinho (PV). Na verdade este tal de G8 é um mero conglomerado de dirigentes com interesses pessoais.

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