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Policia nacional 10/04/2010

“Somos lobo com pele de lobo”.

Ex-secretário da Casa Civil de SP Aloysio Ferreira, assumindo o papel de oposição.

Luziânia: meninos foram vítimas de ‘serial killer’
A Polícia Federal está prestes a anunciar a solução do caso dos seis meninos de 13 a 17 anos que desapareceram em Luziânia (GO), a 66 km de Brasília: o suspeito seria um ex-presidiário, psicopata, com histórico de crimes sexuais e pedofilia, beneficiado por “progressão de pena” e libertado dias antes do sumiço do primeiro garoto, em 30 de dezembro. A má notícia: a PF suspeita que os meninos estão mortos.

Caso clássico
A identidade do suspeito pelos crimes de Luziânia ainda é mantida sob sigilo, mas há evidências de se tratar de um “serial killer” clássico.

Seguindo pistas
A PF chegou ao criminoso de Luziânia rastreando o celular de uma das vítimas e após reconhecimento do único garoto que escapou dele.

Outros casos
Policiais comparam o matador de Luziânia  a “serial killers” como “Chico Picadinho”, o “Bandido da Luz Vermelha” e o “Maníaco do Parque”.

Definição
Nos crimes sexuais pelos quais foi preso, o suspeito “cometeu o erro” de deixar as vítimas vivas e acabou reconhecido. Desta vez, matou-as.

PSB condenado
A Justiça Trabalhista condenou o Partido Socialista Brasileiro a pagar indenização de mais de R$ 300 mil a um jornalista, José Roberto Azambuja, que trabalhou por dois anos na sua sede nacional, em Brasília, sem carteira assinada. Além de não pagar horas extras, férias, 13º ou aviso prévio, quem diria, os “socialistas” do PSB só devolveram a carteira de trabalho da vítima por ordem do juiz da 18ª Vara.

Fim de linha
Não bastasse a tragédia (anunciada) da chuva, um atentado à la Máfia matou no Rio o filho de um “capo” do bicho, escoltado por cinco PMs.

Mistério em NY
Misteriosamente, a CSN protagoniza o maior desempenho, no ano, da bolsa de Nova York. Em 24 horas, suas ações subiram 100%. Humm…

Ponto final
Favela, nem pintada, é lugar para um ser humano morar, ainda que sucessivos governos vendam facilidades para colher dificuldades.

Jogando sob o tapete
Após rebatizar criminalidade de “violência”, até para não enfrentar o problema, e chamar favela de “comunidade” pelo mesmo motivo, políticos e mídia, no Rio, procuram nova denominação para “lixão”.

Par de jarros
O próprio presidente Lula chamou a atenção, ontem, durante o almoço com o presidente do Chile, Sebastián Piñera, para o “par de jarros” que formava com o chanceler Celso Amorim: ambos vestiam terno cáqui, camisa azul clara e sapatos marrom. “Estamos iguaizinhos” (sic), disse.

Trem cocalero
Depois do trem-bala, vem aí o trem-coca: o Brasil quer entrar num consórcio de US$ 10 milhões com Índia e China para criar um corredor de exportação, via Bolívia, com o Chile, no tal Corredor do Pacífico.

Dia de festa
Proprietários dos melhores restaurantes de Brasília exibirão neste sábado sorrisos de orelha a orelha: é que estarão na capital cerca de 3.500 tucanos. E tucano adora vinho francês…

Democracia na porrada
Parlamentares dos EUA, entre eles a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, receberam cerca de 42 ameaças, até de morte, pela aprovação da reforma da Saúde, diz o Washington Post. Se a moda pega aqui…

Jeito chavista de ser
Mozart Valadares, presidente da Associação dos Magistrados (AMB), criticou a declaração de Lula, de que “não podemos ficar subordinados ao que um juiz diz que podemos ou não”, mas não se assombrou com o crescente jeito chavista de ser de Lula: “ele tem o direito de opinar”.

‘Top-top’
O aspone de assuntos internacionais aleatórios de Lula, Marco Aurélio Top-Top Garcia, é muito ousado: a pretexto de defender a asneira do chefe, que pregou desobediência à Justiça, disse que o ministro Gilmar Mendes deveria “falar menos ao microfone”. Triste figurinha.

Do outro mundo
O jornal norueguês Aftenposten ouviu, em longa reportagem, vítimas da tragédia no morro do Bumba, em Niterói (RJ). Para um país que é líder em IDH no mundo, deve ser estarrecedor o que viu.

Pensando bem…
…o Rio vive “dias de Lula”: não sabia de nada e está de ressaca.

Bicho-grilo nos birinaites

Ao saber que uma jornalista estava de aniversário, ontem, o presidente Lula quis ser informado onde seria a comemoração.
– Vai ser no Beirute ou no Chorão?, perguntou ele, referindo-se a dois bares que freqüentou na Capital.
Ao perceber as risadas dos jornalistas, Lula reagiu:
– O que houve?
Um repórter informou que o Chorão, um bar das antigas, não existe há umas duas décadas. Lula não se fez de rogado:
– Mas o Beirute é ótimo. Lá tem muito bicho-grilo…