Política nacional 17/04/2010

“Sempre brinco que ainda estou fazendo luto”.

Senadora Marina Silva, candidata do PV à Presidência, sobre sua saída do PT.

Cartões: governo gastou R$ 122,2 mil por dia
Entre janeiro e março deste ano, o Governo Federal já torrou cerca de R$ 11 milhões com cartões corporativos. E o pior é que o contribuinte não pode saber como foram gastos, em média, esses R$ 122,2 mil por dia, incluindo feriados e fins de semana. É que decreto do presidente Lula classificou esses gastos como “secretos”. Incluindo os R$ 3,67 milhões dos cartões corporativos da própria Presidência da República.

Tapa no planeta
Que fique claro: a droga de ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) nada tem a ver com aquele fumacê que cobre a Europa.

Verde tucano
O PV do deputado Fernando Gabeira (RJ) tem Marina Silva como candidata a presidente, mas ele segue o tucano José Serra no Twitter.

Saúde, excelências
O Senado fechou contrato de R$ 1 milhão com a clínica Nephron, para fazer “exames médicos complementares” nos parlamentares.

Festa da água
Para economizar, a “Nova Cedae” eliminou vigilantes à noite: todo dia some algo num canteiro de obras da estatal de águas, na Baixada.

Bric: governador…
O exagerado esquema de segurança, quinta e sexta, na visita de chefes de Estado e de governo, fez o governador interino do DF, Wilson Lima, pagar o mico de ser proibido de usar o helicóptero para ir de casa, na cidade do Gama, ao trabalho, no centro de Brasília. É que as forças de segurança fecharam o espaço aéreo da cidade, impedindo os vôos de helicópteros como o do governador e até do Detran.

Posição relativa
O governador interino do DF Wilson Lima (PR) dormiu ontem favorito na eleição indireta de hoje para o governo do DF. Pode dormir ex.

Articulação
PMDB, PRB, PTB e PCdoB se comprometeram com ações únicas no DF. Devem se unir contra Wilson Lima em eventual segundo turno.

Política na veia
Apesar do abatimento, Arruda telefonou ao deputado distrital Paulo Roriz, seu ex-secretário de Habitação, pedindo voto para Wilson Lima.

Embriaguês eleitoral
Uma integrante da comitiva de Lula e de Dilma em São Bernardo (SP) foi hospitalizada ontem em coma alcóolico. A presidência mantém UTI, ambulância e quarto à disposição para emergências nas viagens.

Um novo Serra
À vontade em Maceió, ontem, José Serra caminhou no centro, visitou dois shoppings e, paciente, até ajudou eleitores que ficavam nervosos diante dele a preparar os celulares para fotografar. E era todo sorrisos.

Otimismo tucano
“Serra está muito bem, diferente daquele de 2002” – observou Teotônio Vilela (PSDB), governador de Alagoas, único Estado onde Lula perdeu para o tucano – “ele está muito otimista, sente que vai ser eleito”.

Poder não reconhecido
No acórdão sobre a extradição do terrorista Cesare Battisti, dez ministros do STF (Celso de Mello não votou) deletaram a suposta “discricionalidade” do presidente para manter o assassino no Brasil.

Honra ao besteirol
O chanceler Celso Amorim justificou a condecoração com a Ordem de Rio Branco à mulher, Ana Maria, e à primeira-dama, d. Marisa, “pelo apoio à atuação internacional dos maridos”. O de d. Marisa foi nunca aparecer e ficar calada. O de d. Ana Maria, o contrário.

Louco por futebol
Neste sábado, às 22h30, o deputado palmeirense Aldo Rebelo (SP) vai ao programa Loucos por Futebol, da ESPN Brasil, divulgar seu livro sobre o jogo Palmeira x Corinthians que arrecadou fundos para o seu PCdoB, em 1945, durante a ditadura de Getúlio Vargas. 

Estado de férias
Servidores públicos do Rio foram liberados para o fe-riadão e só voltam ao trabalho na segunda da semana seguinte, dia 26. O governador Sérgio Cabral, é claro, também deu no pé.

Aspone? iPode!
Retido no aeroporto de Nova York com o caos do vulcão, o primeiro-ministro da Noruega, Jens Stoltenberg, despachava de seu iPad. Sem aspone para atender celular e mais outro para escrever por ele. 

 Pensando bem…
…em boca fechada não entra multa eleitoral.

O filé mignon

Não é só o MST que prefere terras férteis e produtivas. No começo de Brasília, o prefeito Israel Pinheiro mostrou a um grupo de colonos japoneses as áreas que eles poderiam ocupar para implantar, a partir daí, o chamado “cinturão verde” da nova capital. Os japoneses olharam, apalparam, mexeram e desabafaram: a terra reservada para eles era muito ruim. Israel Pinheiro, que não era dos mais sutis, foi curto e grosso:
– E se a terra fosse boa, pra que eu ia chamar japonês?

 

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