Política nacional 20/04/2010

 “Mais para biruta de aeroporto, porque cada dia é de um jeito”

Candidata petista, Dilma Rousseff, descrevendo os candidatos de oposição

Nova licitação suspeita na área de eventos

Está sob suspeita a licitação do Ministério do Desenvolvimento Agrário, ligado ao MST, para contratar empresa de eventos. O próprio ministério estimou no edital os custos iniciais da prestação dos serviços em R$ 765 mil, mas a empresa vencedora, A3 Brasil, se dispôs a receber apenas R$ 115 mil ou 15% do valor. Pode ter sido manobra: afinal, a empresa foi habilitada a um contrato global de R$ 17 milhões.

Somos todos santos

O ministério do MST nega irregularidades ou que a vencedora da licitação, A3 Brasil, tenha sido privilegiada por informações reservadas.

Ligações negadas

A empresa A3 Brasil nega ser ligada a Aplauso, campeã dos contratos no governo federal e citada em várias denúncias de irregularidades.

Matéria-prima

Os afegãos usaram um burro-bomba, que matou três crianças. Bomba ainda não temos, só burro a favor dela para porraloucas.

Nossa grana

A Câmara dos Deputados vai gastar R$ 18 milhões para atualizar os computadores em toda a rede de informática da Casa.

Especialista acha que maníaco foi executado

Mauro Nadvorny, especialista em veracidade da Truster Brasil, analisou as imagens da altura das janelas de ventilação, a posição das grades e a falta de banco na cela, e concluiu: o Maníaco de Luziânia, Ademar da Silva, não se enforcou. Foi executado. Com vários casos solucionados para as polícias do DF, Paraná e Rio Grande do Sul, acredita que “só o Homem-Aranha subiria pelas paredes e passaria a corda na grade.

Psicopata não se mata

Psicopatas como o Maníaco de Luziânia são muito inteligentes e não sentem culpa. “Psicopatas não têm remorso”, lembra Mauro Nadvorny.

Recuperado

Internado há dias com pneumonia, o ex-ministro Murilo Badaró, atual presidente da Academia Mineira de Letras, recebeu alta. Está em casa.

Espelho meu

A investigação sobre maracutaias na área de eventos do Ministério do Turismo, noticiada ontem na Folha, foi revelada aqui em dezembro.

Très chic

O MST tem um representante na França: Douglas Estevão. Ele participa de debate nesta quinta (22) no Vale do Loire, conhecido pelos magníficos castelos. E pelo vinho esplêndido. Humm…

Grande Pedro II

O ministro Miguel Jorge (Desenvolvimento Industrial) lembrou que na viagem ao Oriente Médio Lula refaz o caminho de D. Pedro II no século 19. O imperador foi quem estabeleceu por lá relações com vários país.

O amigo americano

Mudou o governo ou mudaram a bebida: por insinuar que Lula gostava de beber, o jornalista Larry Rohter, do New York Times, quase foi expulso do País. Mas James Cameron, diretor de “Avatar”, falou mal do Brasil e se meteu em assuntos do governo e a lei não viu.

Vejam, por favor

Com o fracasso de “Lula, o filho do Brasil” até nos camelôs, sites e blogs petistas oferecem o dowload do filme. Sobram nas feiras DVDs oferecidos grátis. E o diretor ainda vai ganhar a Ordem de Rio Branco…

Eleição para que mesmo?

O deputado Sérgio Carneiro (PT-BA), que corre atrás da reeleição, está impressionado: “Com a Copa do Mundo pela frente, só se interessam pela eleição políticos, jornalistas e quem quer extorquir os políticos…”

Olha quem fala

Quem tem turbina avariada não critica teco-teco alheio: a candidata petista Dilma Rousseff comparou o tucano José Serra a biruta de aeroporto. Mas seu padrinho adora ambas.

Segurança firme

Não deve haver mudança na Secretaria de Segurança e na Polícia Civil do DF, dirigidas pelos delegados João Monteiro Neto e Pedro Cardoso. O delegado Miguel Lucena permanece firme na chefia da Inteligência.

Visita aguardada

O presidente do Líbano, Michel Sleiman, chega a Brasília quinta para quatro dias de visita, e não sabe como atender a tantos convites. É que a colônia libanesa no País é a maior do mundo – 8 milhões de pessoas.

Pensando bem…

…o Brasil também tem muitos “vulcões” adormecidos, mas com nitroglicerina pura.  

PODER SEM PUDOR

Tratamento de choque

O sempre sisudo general Ernesto Geisel encontrou uma maneira de enfrentar a ânsia dos senadores e deputados pelo aumento dos próprios vencimentos. Recebeu em pé os presidentes do Senado, Magalhães Pinto, acompanhado da Câmara, Célio Borja, para tratar do tema, e, ao levantar-se, aplicou um sonoro tapa sobre a mesa, do tipo que fazia tremer os interlocutores. Pinto e Borja conversaram amenidades durante intermináveis quinze minutos e foram embora. E não se falou mais no assunto.

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Com Teresa Barros e Tiago de Vasconcelos

www.claudiohumberto.com.br

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