Por quê?

Essa é a pergunta que paira na mente de todos aqueles que tentam entender e juntar as peças deste quebra cabeça que é o caso do menino Fabrício. Cada dia uma nova versão surge para suposto crime. Primeiro o cativeiro teria sido no bairro Seis de Agosto. Agora seria em uma chácara no ramal do Itucumã.

A última versão é de que o menino foi espancado, torturado e violentado por vários homens em um campo de futebol e jogado em um igarapé. Uma cueca e um celular teriam sido encontrados no local, mas nenhum dos objetos pertencia a ele. Esta seria a terceira casa tida como cativeiro e nas três havia um cachorro morto.

A polícia não se pronuncia sobre o caso. O corpo ainda não foi encontrado. Uma imensa interrogação se desenha. O que realmente aconteceu com Fabrício? Em meio a tantas mentiras e contradições, onde está escondida a verdade?

E se a última versão realmente for verdadeira, o que explicaria tamanha cruel-dade e brutalidade com um garoto tão franzino como ele? Nada. Não haveria justificativa para tanta selvageria.

Enquanto o caso continua sem solução, vamos tentando encontrar respostas para um dos casos mais sinistros dos últimos anos em nossa cidade.

 

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