Vander Lee participa do ‘Sempre Um Papo’ e Circuito ‘A Cidade Se Diverte’, em Rio Branco

O cantor e compositor Vander Lee é o convidado do Sempre Um Papo para conversa com o público sobre sua carreira e seu sexto álbum solo, “Faro”. Uma conversa sobre poesia e música que acontece no próximo dia 30, 16h30, na filmoteca, da Biblioteca Pública. O Sempre Um Papo é um projeto patrocinado pelo Governo do Estado, com apoio da Unimed e AFA Bistrô da Amazônia. A entrada é franca.

Mas, não pára por aí, o cantor e compositor mineiro também é o convidado da próxima edição do circuito “A Cidade Se Diverte”, às 20h, do dia 30, no Teatrão, realizado pelo coletivo de cultura P&ia. Antes, no pré-show, os cantores acreanos Heloy de Castro e Graça Gomes, mostram mais de sua música. Os ingressos para curtir o show podem ser adquiridos na loja Zinguer ao preço de R$ 20 inteiro e R$ 10 estudante.

Com produção de Marcelo Sussekind, o CD Faro, de Vander Lee, tem uma levada mais pop e possui 12 faixas, sendo dez inéditas. As outras duas músicas são bem especiais: um poema musicado de Cartola, chamado “Obscuridade”, e uma versão de “Ninguém vai tirar você de mim”, sucesso na voz de Roberto Carlos.

Até finalizar o disco, o cantor trabalhou com um repertório de 35 músicas. Após a seleção, entrou em estúdio com seu violão, acompanhado pelo tecladista Sacha Amback (“maestro” da banda de Lulu Santos por mais de uma década), o guitarrista Vinícius Rosa, o baixista Bruno Migliari e o baterista Leonardo Reis.

A canção eu “Eu e Ela” abre o CD selando o upgrade no baladismo acústico dos recentes trabalhos do cantor. A segunda, “Do Bão”, reflete a parceria com o mineiro radicado na Europa Leo Minax. Trata-se de uma toada entrelaçada em world music e elevada pelos vocais do cantor congolês Lokua Kanza. Seguem-se dois hits, a apaixonada “Farol” e “Fui. Após, as baladas, “Ponto de Luz” e “Ninguém Vai Tirar Você De Mim”, única cover do disco, gravada por Roberto Carlos, em 1968. “Obscuridade”, um poema não musicado de Cartola, vira bossa à mineira na voz de Vander Lee. Em “Baile dos Anjos”, ele divide os vocais com a mulher Regina Souza. Depois, vem a brejeira “Nunca Não”, toda comentada por trompete. Em veia romântica mais rasgada, a canção “Cacos” tem tudo para suceder “Esperando Aviões”, na linhagem de seus hits. Os fãs do suingue do cantor não ficam órfãos: “Nega Nagô” é um híbrido de xote, pop, baião e soul valorizado e balançado pelo vocabulário afro da letra do poeta Murilo Antunes. E o disco se fecha com “Desejo de Flor”, vôo lírico com sons processados de harpa e flauta doce.

Mais do Cantor – Vander Lee lançou em 1997 seu primeiro CD independente, “Vanderly”. Depois veio “No Balanço do Balaio”, em 1999 (selo Kuarup); seguido de “Ao Vivo”, gravado em 2003 e distribuído pela Indie Records. O quarto álbum, “Naquele verbo agora”, de 2005, foi finalista do “Prêmio Tim de Música”, nas categorias Melhor Disco e Melhor Cantor da Canção Popular. Em 2006, gravou o CD e DVD “Pensei que fosse o céu”, recebendo o Prêmio TIM de melhor disco de canção popular. Em 2007, rodou o Brasil em turnê e visitou Turim, na Itália. Gravou também, no mesmo ano, o DVD acústico ‘Entre’. Grandes nomes já interpretaram suas composições como Elza Soares, Rita Ribeiro, Gal Costa, Emilinha Borba, Lúdica Música, Alcione, Leila Pinheiro, Paula Santoro, Margareth Menezes, Eliana Printes, Luiza Possi, Selmma Carvalho. (Assessoria)

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