Política local 05/05/2010

“Que os autores do crime sejam descobertos e apodreçam na cadeia”.

Deputado Moisés Diniz (PCdoB), sobre a morte do vereador Pinté (PP).

Abraço dos afogados
Com a proibição jurídica do PMDB entrar na aliança puxada pelo PSDB apenas na área proporcional, mantendo candidaturas
 próprias ao governo, tomou corpo a discussão na oposição para que aconteça uma coligação formal, pela qual sairiam apenas dois candidatos a senador e Tião Bocalom (PSDB) ao governo, com Rodrigo Pinto (PMDB) como vice na chapa.

Sem alternativa
A oposição entra naquele velho ditado: “se correr o bicho pega, se ficar, o bicho come”.

Números na mesa
É cedo. A campanha nem começou. Mas, a pesquisa do instituto Phoenix nos sites da cidade, que aponta Tião Viana (PT), Jorge Viana (PT) e Sérgio Petecão (PMN) bem na frente dos seus adversários na disputa do governo e das duas vagas do Senado retrata bem a realidade atual.

Muito ruim
A série de greves  contra o governo e a empáfia da maioria dos seus integrantes no trato das reivindicações não deixa de ter sério reflexo negativo nas candidaturas majoritárias da FPA.

Muito forte
Os delegados do caso não podem deixar de maneira alguma de dar uma atenção especial nas investigações da morte do vereador Pinté (PP-Acrelândia) à linha forte do crime político.

Investigação completa
Não se pode deixar de investigar nenhum suspeito, esteja em que cargo político estiver.

Revolta popular
Qualquer pessoa que visitar Acrelândia neste momento vai sentir, do engraxate  ao dono de comércio, um sentimento geral de indignação e comentários sobre os nomes dos suspeitos.

Evitar exageros
O ano é eleitoral e o caso não sendo apurado rápido terá sé-rios desdobramentos. Ontem, na Aleac, foi pedido pela oposição proteção policial ao candidato ao governo Tião Bocalom (PSDB).

Sem conotação
O assassinato do vereador Pinté não tem a mais tênue linha de ligação com Tião Bocalom  para se pedir proteção policial, mas a não descoberta dos autores ensejará novos pedidos políticos.

Bom para todos
Que o crime seja desvendado o mais urgente possível deve interessar mais ao prefeito Carlinhos (PSB), para que possa confirmar a sua inocência até aqui mantida juridicamente.

Crença na polícia
O deputado Walter Prado (PSB) pediu ontem prazo para as investigações serem concluídas e crê que a polícia acreana chegará aos autores, devido seu alto índice de elucidação de crimes.

Impedimento jurídico
Sobre a entrada da PF no caso, disse ser impossível, porque o crime não é de alçada federal.

Sem flagrante
Como não houve flagrante não pode se precipitar em críticas à ação da polícia como já vem acontecendo no meio político que, em ano eleitoral, quer apenas um palito para tocar fogo.

Bandeira política
Anotem: se o crime não for desvendado vai virar bandeira política da oposição na campanha.

Sou do PT”
O deputado Donald Fernandes (PSDB) denunciou ontem na Aleac que a vereadora Marleide Dourado (PT-Feijó) agrediu a médica Leuda Davalos e ameaçou: “não adianta dar queixa, sou do PT”.

Quem lhe disse?
Dona Marleide, quem lhe disse que a senhora sendo do PT é imune a punições?  Além do mais, sendo verdade a agressão denunciada por Donald, como política deu um péssimo exemplo.

Está enganada
Também está enganada se pensa que por ser vereadora tem imunidade parlamentar, viu!

Dama do Deracre
A candidata a deputada estadual, Nazaré Araújo (PT) já começa incomodar: ontem, deputados da oposição já a acusavam de ter a máquina do Deracre à disposição da sua campanha. 

Entrando bem
O candidato a deputado estadual Ermício Sena (PT) também conseguiu montar boa base política em Brasiléia, onde conseguiu apoio de importante parcela dos cardeais petistas.

Sem afilhados
Ontem, o vereador Astério Moreira (PRP) estava irritado com notícia que a prefeita Leila Galvão (PT) direciona “cartas-convites” da Saúde a amigos: “lá tudo é feito por pregão”.

Seria ilógico
A oposição fica com raiva das posições do deputado Thaumaturgo Lima (PT) sem razão: como parlamentar do PT, o ilógico seria se ele subisse na tribuna para detonar o governador Binho.

Fatos que influem
O governo errou em apostar que, como as demais, com um grito de seus assessores, eles  acabariam a greve dos professores. Foi esticar a corda e deu no que está dando, um movimento forte e com adesão em todo Estado. Já tinha o desgaste do movimento dos agentes penitenciários.  Queiram ou não, fatos como esses terão repercussão negativa na campanha dos candidatos majoritários da FPA. Apostar no contrário é amadorismo político.

 

Assuntos desta notícia

Join the Conversation