Política local 08/05/2010

“O crime do Pinté foi político, eu deixei isso claro no meu depoimento à polícia”.

 José Everaldo, que foi assessor de Pinté (PP) na Câmara Municipal de Acrelândia.

Ressurgindo das cinzas
Um novo componente vai dar uma mexida na oposição pela disputa de vagas para o Senado: o deputado federal Sérgio Barros (PSDB) decidiu reviver a sua candidatura a senador, que havia retirado em recente reunião da coligação tucana. Na conversa que tivemos quinta-feira última, entre as razões para voltar à cena, enumerou: “o PSDB, disputando a presidência com  Serra, não pode ficar sem um candidato, além do que, eu tenho a certeza que ganharei a eleição”.

Benção tucana
No decorrer do papo, deixou claro que tem o incentivo e a simpatia do presidente Tião Bocalom (PSDB) e seu grupo e que terá também a benção da executiva nacional tucana.

Disputar os votos
Sobre a candidatura do deputado federal Sérgio Petecão (PMN), destacou Barros que não vê nenhum problema de disputarem o mesmo espaço na oposição: “o eleitor é que deve decidir”.

Golpe duro
Essa novidade atinge diretamente a candidatura do deputado federal Sérgio Petecão (PMN), que de cara perde na direção nacional do PSDB o status de candidato dos tucanos no Acre.

Recurso financeiro
Agora, Petecão não terá apenas que se preocupar com os candidatos ao Senado pela FPA, mas também com Sérgio Barros (PSDB), que tem recursos próprios para bancar a sua candidatura.

Remember o protesto
Quando a oposição conseguiu a cassação da candidatura de Jorge Viana no TRE, o PT fez na ocasião uma vigília de protesto com velas acesas, na frente do Palácio Rio Branco, lembram?

Pode ser fatal
Que vai ficar o desgaste político dessa greve para o governo isso já é inevitável, como também é inevitável o desgaste para a candidatura do presidente do Sinteac, Manuel Lima, à Aleac.

Cena deprimente
Deprimente sob todos os aspectos a forma como os doentes são conduzidos em Manuel Urbano: em cima de um colchão de plástico imundo na carroceria enferrujada de uma Toyota.

Queriam o que?
Queriam o que: o prefeito Manuel Almeida deixou o barco-hospital do município jogado ao relento na beira do rio até apodrecer e ser tragado na enchente pelas águas do Rio Purus.

Ficou em que?
E ficou mesmo em que a prometida ação judicial do deputado federal Nílson Mourão (PT), autor da emenda que custeou a compra do barco, contra o prefeito Manuel Almeida?

Trabalho consistente
O deputado federal Fernando Melo (PT), ao contrário do que se possa pensar, mesmo não sendo o candidato da Casa Rosada, tem feito um trabalho que vai lhe garantir a reeleição.

Portas fechadas
O deputado federal Flaviano Melo (PMDB) trate de montar uma chapa própria para a Câmara Federal, porque não interessa a Tião Bocalom (PSDB) e companhia uma aliança com o PMDB.

Explicação simples
A explicação é simples: com o PMDB aliado acabaria seu sonho de duas candidaturas fortes para o governo. E não é segredo que Bocalom sempre quis o PMDB fora da sua coligação.

Disputa ferrenha
Ney Amorim (PT), Nicolau Ju-nior (PP-Cruzeiro do Sul), Plínio (dono do Hotel Plínio-Cruzeiro do Sul), Janaldo (DEM), Jonas Lima (PT),  disputarão quem fará a campanha mais cara à Aleac.

Candidatura confirmada
A ex-governadora Iolanda Lima (PTB) confirmou o que a coluna tinha dado: será ela e não o filho Junior Fleming a disputar uma vaga na Assembléia Legislativa na aliança PTB-PV-PRP.

Excelente nome
Iolanda Lima é um exemplo de figura honrada que faria muito bem à política na Aleac.

Não me admiraria
Pelo que tenho ouvido dentro do PMDB não me admiraria nem um pouco se não prosperar a candidatura do Rodrigo Pinto (PMDB) ao governo por falta de uma estrutura de campanha.

Não se faz
Uma candidatura ao governo barata não se faz por menos de três milhões de reais.

Na mesma moeda
Há quem no PMDB defenda essa proposta como uma represália a Tião Bocalom (PSDB) para quebrar a sua tese de candidatura dupla ao governo, deixando-o no mano a mano com o PT.

Outra corrente
Outra corrente peemedebista defende que Flaviano Melo saia para o Senado.

Aliado informal
Neste processo todo, Tião Bocalom foi um aliado informal do PT, ao destroçar a oposição para fazer prevalecer a sua vontade contra a unidade em cima de um nome único ao governo.

Ficam com raiva
E ainda há quem fique com raiva quando se coloca que na oposição prevalecem mais os interesses pessoais do que o coletivo. Querem um exemplo melhor que Tião Bocalom?

Do jeito que vier
O deputado federal Sérgio Petecão (PMN), que disputará uma vaga de senador,  vê com ironia a possibilidade de Sérgio Barros (PSDB) voltar a ser candidato ao Senado: “como, se até para disputar a Câmara Federal ele queria que uma comissão do PSDB fosse até a sua casa convencer a sua mulher a lhe liberar?”. Sobre uma possível candidatura de Flaviano Melo (PMDB), disse não temer. “Eu já defini o meu rumo político, topo disputar com qualquer um”.

 

 

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