Política nacional 09/05/2010

“Vá à luta, meu companheiro”.

Presidente Lula, reproduzindo a recomendação de fazer sexo para melhorar a saúde.

Cartões: governo Lula gasta R$ 108 mil por dia
Desde o primeiro dia, em 2003, o governo Lula torrou mais de R$ 290 milhões usando cartões corporativos. A farra resultou no
 escândalo que revelou o uso do cartão de crédito do governo para comprar tapiocas, pagar hotéis de luxo, uísque em free-shop de aeroportos etc. Até agora, foram gastos com cartão corporativo, em média, R$ 108,5 mil todo santo dia. Mais da metade das despesas é considerada “sigilosa”.

Eles gastam
Gastos com as mordomias da família Lula, em Brasília e São Paulo, são classificadas de “secretas”, a pretexto de “segurança nacional”.

A conta é nossa
Também as despesas com a manutenção e segurança de Lurian, filha de Lula que vive em Florianópolis, são mantidas sob segredo.

Contração
Sugestão de campanha de um leitor do Rio para a identificação rápida da candidata petista com seu padrinho, na ausência dele: Dilmula.

Que delícia de greve
Nossa embaixadas avisaram aos alunos estrangeiros da Universidade de Brasília que, aulas, só após as férias. Aos brasileiros, nem e-mail.

Cria é vendida
O ex-governador do DF Joa-quim Roriz está contente com o leilão da ExpoZebu 2010 de Uberaba (MG). Quarta à noite, ele vendeu por R$ 640 mil, em 20 prestações de R$ 32 mil, uma bezerra nelore de um ano de idade. Seria mais um negócio se a bezerra não fosse uma das seis crias da célebre “bezerra de ouro”, comprada em 2006 e que assustou pelo preço – R$ 300 mil – aqueles que não conhecem o agronegócio.

Recorde batido
Em Uberaba foi superado o recorde brasileiro: vaca nelore “Parla” foi vendida por R$ 2,7 milhões a João Carlos Di Gênio e dois sócios.

Onde estou?
A Embratur ignora a invenção do GPS. Gastou R$ 702 mil com milhares de ‘Guia Quatro Rodas’, da Abril, para não se perder Brasil afora.

De grego
Doando US$ 286 milhões à Grécia, o presidente Lula nos deu um presente de grego.

Duelo de ‘imbatíveis’
Advertência de experiente raposa a Lula: se ele jogar pesado em Minas, com chapa majoritária forte demais, acabará fazendo de Aécio Neves o vice de José Serra. Nesse caso, quem será imbatível?

Vou, mas não vou
A senadora Patrícia Saboya (PDT) diz ter “restrições”, mas vai votar em Dilma Rousseff, avisando que “não confia” no PT. Ela não apoia José Serra, mas fará dobradinha com Tasso Jereissati (PSDB) no Ceará.

Imagem do paraíso
Na sala de reuniões da sede provisória da Presidência da República, no Centro Cultura Banco do Brasil, uma foto enorme da estonteante praia da Barra de São Miguel (AL) deixa todo mundo embasbacado.

Sem o papel institucional
A escolha do ex-ministro Márcio Thomaz Bastos para defender Lula no TSE foi mal recebida na Advocacia-Geral da União pelo ministro Luís Adams e a procuradora-geral. Até hoje a AGU defende FHC na Justiça.

Primeiro Mundo
Quem diz que o governo Lula não se preocupa com a ciência? O Centro de Referência Hélio Fraga, da Fiocruz, no Rio, tem 862 cargos em comissão. Fora as cobaias, aqueles ratinhos que nada ganham.

Top secret
O general Jorge Félix, chefe do Gabinete de Segurança Institucional, arrochou o controle da Agência Brasileira de Inteligência. Os agentes terão de assinar “termo de responsabilidade” para conter vazamentos.

Lorota boa
Com duas pré-candidatas à Presidência e o blablablá do “chegou a hora delas”, Lula mandou representantes à posse da presidente da Costa Rica, Laura Chinchilla. Se ela fosse mulher do Chávez…

New York, New York
O presidente do Senado, José Sarney, passa sete dias com assessor em Nova York, para o prêmio “Pessoa da Ano 2010” ao presidente do Banco Central Henrique Meirelles, na Câmara de Comércio Brasil-EUA.

Pensando bem…
…será pizza o almoço dos fichas-sujas com suas mamães, neste domingo.

PODER SEM PUDOR

O seqüestro do governador

Roberto Magalhães sucedeu a Marco Maciel criticando seu principal projeto, o Porto de Suape, sem nunca ter ido lá. Nomeado para o cargo, Eliezer Meneses agüentou um ano a falta de apoio e as críticas, até pôr em prática um plano ousado: seqüestrou o governador, literalmente, com ajuda da segurança. Eliezer não se impressionou com o furioso chefe:
– O senhor pode me demitir, mas não vai falar mais de Suape sem conhecimento de causa.
O governador foi ao cais, viu e gostou. Nunca mais falou mal de Suape.

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