Como um câncer

A criminalidade já não se restringe apenas à Capital do Estado. Como um câncer vai tomando conta também das sedes dos municípios, sobretudo, daqueles situados na faixa de fronteira. É preocupante.

Como se divulgou domingo, um policial militar foi assassinado em Brasiléia no final de semana e, em seguida, o assaltante também foi morto por outro policial. Recentemente, um vereador foi morto em Acre-lândia numa emboscada e até agora o crime não foi elucidado.

São apenas dois exemplos desta escalada da violência no interior e quase sempre o tráfico de drogas é o fator que a alimenta.

As autoridades de Segurança deste Estado precisam dar-se conta da necessidade de se montar um esquema vigoroso e inteligente para combater o narcotráfico ou este Estado se transformará com o tempo em um cartel das drogas que entram por suas fronteiras pagas muitas vezes com o roubo de carros.

Por ignorância ou má-fé algumas autoridades querem justificar esse crescimento da criminalidade com o desenvolvimento do Estado, o aumento de sua população. É uma falácia. Ao contrário, a criminalidade diminui na medida em que haja desenvolvimento, na verdadeira acepção do termo, com a criação de empregos e renda.

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