Equação simples

Nove assassinatos em apenas um final de semana são um despropósito para uma cidade com pouco mais de 300 mil habitantes ou um estado com menos de 800 mil habitantes. Alguma coisa está errada, as contas que se fazem não estão fechando.

Não é preciso ser um cientista social ou político para intuir que a violência, que se manifesta, sobretudo, na criminalidade, está diretamente relacionada com o nível de educação e de satisfação pessoal de uma comunidade ou de uma população.

A equação é simples: mais educação, mais qualidade de vida, mais oportunidades de trabalho, de empregos é igual a menos violência, menos crimes.

Não se ignoram os esforços que se vem fazendo nos últimos anos neste Estado para melhorar sua infra-estrutura e, por conseguinte, também o bem-estar da população. Contudo, ainda não é suficiente. É preciso investir mais na geração de emprego e renda não só em projetos que demandam décadas para começar a dar resultados, mas, sobretudo, em setores como a indústria, comércio, construção civil e serviços.

Nesses setores, o Estado precisa investir mais para gerar empregos e absorver a mão-de-obra tanto da Capital quanto das sedes dos municí-pios, sem incompatibilidade com sua vocação agroflorestal.

 

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