Vira bagunça

O que dizer ainda dessa greve no transporte coletivo da Capital? Que, além de estar causando sérios transtornos à população e até mesmo à economia do Estado, começa a suscitar a questão de que a situação está sem controle, sem poder de mando, onde cada um faz o que quer. E isso não pode acontecer, senão vira bagunça.

Evidentemente que se trata de um contencioso trabalhista e como tal deve ser analisado e tratado. Ou seja, as partes devem discutir e resolver suas pendências no órgão responsável. No caso, a Justiça do Trabalho que, até então, tem-se mostrado titubeante.

Contudo, há outras instâncias que também precisam agir e agir com presteza e rigor, para fazer valer os direitos da maioria. Essa maioria são os milhares de trabalhadores, estudantes, que não podem ficar reféns de um impasse, de uma questão trabalhista de uma determinada categoria e seus patrões.

A prefeitura, como detentora do serviço de transporte coletivo, precisa exigir que as concessionárias, no caso, as empresas cumpram com sua obrigação elementar de providenciar esse serviço. Como?

Primeiro, abrindo os canais de negociação com seus empregados. Depois, providenciando alternativas para que o serviço não seja comprometido, como está.

 

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