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CPI da Pedofilia estava investigando funcionário público morto a pauladas

A Gazeta do Acre por A Gazeta do Acre
08/06/2010 - 04:44
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A morte brutal do funcionário público Rânys Sampaio, 39 anos, encerrou uma das investigações realizadas pela Comissão Parlamentar de Inquérito –  CPI da Pedofilia. Rânys era um dos investigados e com possibilidades reais de ser preso sob acusação de envolvimento com crimes de pedofilia.

A confirmação de que Rânys Sampaio era um dos investigados foi do presidente da CPI, deputado estadual Luiz Tchê, que revelou que a comissão possuía indícios de envolvimento contra Rânys suficientes para pedir a sua prisão.

Segundo o presidente da CPI, as investigações tiveram início após a Comissão ter recebido um grupo de mães de adolescentes que formalizaram a denúncia contra o funcionário público assassinado.

Parte das provas que a CPI conseguiu contra Rânys foram retiradas de uma página pessoal em que o conteúdo poderia ser usado para provar o envolvimento dele em crimes relacionados à pedofilia, além de depoimentos de supostas vítimas. 

Polícia investiga possibilidade de crime ter sido latrocínio 

Rânys Sampaio foi morto a pauladas na madrugada de sábado, 5, dentro de um apartamento onde morava na Travessa Guarani, bairro Aviário.
Vizinhos da vítima ligaram para a polícia.

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A polícia conseguiu prender Janilson de Azevedo da Silva, 24 anos, quando fugia do local.

Segundo informações da polícia, o acusado teria confessado o crime, alegando que ele e o amigo caminhavam próximos à casa da vítima quando foram convidados para um “programa” em que receberiam R$ 50 cada.

Ao término do “programa”, Rânys afirmou que não tinha dinheiro para pagá-los, o que teria motivado a sessão de espancamento que culminou com a morte dele.

Ainda no sábado, a polícia conseguiu prender o comparsa de Janilson, identificado por José de Almeida Moreno, 21 anos. Os dois foram indiciados e encaminhados ao presídio.

Segundo informações dos autos complementares do inquérito, a polícia recebeu informações que a vítima teria vendido uma propriedade rural e que não teria depositado o dinheiro, por que estaria com uma dívida no banco e temia que o dinheiro fosse retido.

Caso seja confirmada essa informação, a morte de Rânys pode ter sido motivada por crime de latrocínio, (roubo seguido de morte). 

 

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