Política local 07/07/2010

“Política é a arte de vender terreno na lua e fazer o eleitor acreditar que existe”.

Da relação “Frases Famosas” da política.

Belo trabalho
Sou um dos raros na imprensa escrita a criticar o governo Binho Marques, que não é essa coca-cola das peças publicitárias. Reitero e não tiro uma vírgula do que já disse. Mas, quando acerta não posso me furtar em reconhecer. É belo, profícuo e merece continuidade, a sua ação de levar a presença do Estado, principalmente na área educacional, aos mais recônditos lugares.

Só quem pode
Nós, urbanos, não temos a dimensão exata do que isso representa e só quem pode aquilatar são os moradores dessas comunidades isoladas em ver o ensino chegar até os seus filhos.

Na lista
Quem apareceu na “lista negra” do TCE foi o ex-prefeito de Marechal Thaumaturgo, Itamar de Sá (PT), que é candidato a deputado e cujo nome até então surgia como limpo.

Problemas à vista
Se o TRE/AC seguir o “Ficha Limpa”, Itamar e seu amigo e ex-prefeito de Rodrigues Alves, o Deda, terão que ir ao STF recorrer para conseguirem ser candidatos a deputado estadual.

Que artigo!
Que artigo porreta o da jornalista Dulcinéia Azevedo, ontem,na GAZETA, sobre o drama da mãe da moça fuzilada por PMs, desmontando a tese do governo  que a Segurança melhorou.

Uma pergunta
Aproveitando o ensejo:  Moisés Diniz (PCdoB) a “ajuda” do governo anuncia-da na Aleac pelo nobre parlamentar se resume a um sacolão recebido até agora pela família da moça?

Filho pródigo
O ex-prefeito de Sena Madureira, Normando Sales, andava pelo TRE/AC, pajeando o candidato ao governo Tião Bocalom (PSDB), de quem será o coordenador de campanha.

Dois senhores
Negão Walmir, um dos coordenadores da campanha de Márcio Bittar (PSDB) a deputado federal no São Francisco, fechou também com as candidaturas majoritárias da FPA.

Pode se preparar
O prefeito interino de Sena Madureira, Wanderley Zaire, até aqui ignorado pela FPA, se prepare para ser recebido com tapete vermelho e salamaleques, afinal, chegou a eleição.

Velha máxima
É aquela máxima do saudoso ex-governador Geraldo Mesquita: “meu filho, na política, você só é respeitado pelo mal que pode causar”.

Fato esperado
Não vejo motivo para o deputado Gilberto Diniz (PTdoB) reclamar da quebra de acordo da ex-prefeita Toinha Vieira (PSDB), que sairá candidata a deputada estadual, fato já esperado.

Meu bolso primeiro
É da prática dos Vieiras. O deputado federal Gladson Cameli brigou com cúpula do PP para apoiar Toinha Vieira a prefeita, e ela fez um acordo milionário, e apoiará agora Márcio Bittar.

Ponha nelore nisso!
Fala-se em Sena Madureira que o acordo chegou às 500 cabeças de gado nelore. Me admiro é do Gilberto Diniz (PTdoB) morar na igreja e não conhecer os santos do altar!

Besta, é tu!
Ontem, um candidato a deputado da coligação do PT, se dizia “besta” com o volume financeiro da campanha do deputado Ney Amorim (PT), e indagava: “onde ele arranjou tanta gordura?”.

Picanha gorda
Um jornalista presente na conversa, correu a responder: “no açougue das empreiteiras”.

Não confundam!
Por favor, parem de confundir! Defendo as candidaturas do Tião Viana (PT) ao governo e do Jorge Viana (PT) ao Senado, como as melhores, mas não faço parte da “cumpanherada” do PT.

Perda de tempo
Por isso é perda de tempo cobranças nos bastidores contra críticas feitas neste espaço por petistas ranhetas, porque vão perder tempo e saliva, já que não sou militante do partido.

No Juruá
Estou afirmando hoje, quando a campanha nem começou a ferver: não fiquem surpresos se o senador Tião Viana (PT) for o mais votado para o governo na região do Juruá.

Chorano mágoas
O Pádua e o Serjão, militantes do PMDB, choravam ontem as mágoas no “Bar do Bigode”, por um motivo comum: foram rifados pelo comando de campanha do Tião Bocalom (PSDB).

Muro da lamentação
Entre um gole e outro de uma loura suada, vinha a lamentação: Pádua queria ser o apresentador oficial dos comícios e o Serjão emplacar um jingle que fez para a campanha.

Joio do trigo

Há que se analisar bem cada caso dos incluídos na “lista negra” do TCU e do TCE. Há situações em que o gestor está com seu nome relacionado por descumprir algum ítem técnico, do qual nenhum administrador escapa, o que é diferente de estar listado por malversação dos recursos públicos. Essa é uma cautela que deveria nortear os juízes ao analisar os pedidos de registros de candidaturas. 

 

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