Política local 14/07/2010

“A lista do MPF acabou com a especulação que minha candidatura seria impugnada”.

Deputado Elson Santiago (PP), cujo nome se provou limpo.

Bicho na capação
A candidata a deputada federal, Antonia Lucia (PSC), não terá só problemas com a Justiça Eleitoral. O deputado Luiz Calixto (PSL) vai pedir a saída do partido dela da aliança PSDB-DEM-PSL-PMN-PSC, sob argumento jurídico de “infidelidade partidária”, por ela estar apoiando o candidato a deputado pelo PDT, Walter Prado, que apóia os candidatos majoritários da FPA.

Está morta
Se o PSC sair da coligação da oposição, Antonia Lucia fica sem legenda para se eleger.

Colocam fora
No ponto da fidelidade partidária o PT e o PCdoB são exemplares: os candidatos deles que não apoiar candidaturas desses partidos simplesmente são expulsos sem dó e perdem a legenda.

Cobrança dura
Calixto espera o retorno do candidato ao governo da oposição, Tião Bocalom (PSDB), para colocar o caso na mesa, com a presença dos demais candidatos a deputados da coligação.

Outro na mira
Outro que está na mira da oposição é o deputado Josemir Anute (PR), que já foi advertido que não poderá apoiar a candidatura do deputado federal Gladson Cameli (PP), por ser da FPA.

Rei do Vale do Acre
O candidato a deputado federal, Sibá Machado (PT), além do apoio  do governo, terá na campanha a ajuda e trabalho de sete prefeitos do Vale do Acre.

Outro extremo
Já no Vale do Juruá, quem dá as cartas na estrutura petista é o candidato a deputado federal, Thaumaturgo Lima (PT), apoiado por todos os prefeitos e diretó-rios municipais do partido.

Só zebra
Outro que pelo esquema, dificilmente deixará  de se eleger, é o ex-secretário de Finanças da PMRB, Pereira (PT),  candidato à Aleac,com bases fortes em todos municípios do Vale do Acre.

Último malhado
O último a cair na sua malhadeira de malha fina foi o ex-vereador de Plácido de Castro, Edmilson Ferreira.

Flaviano Melo
Dirigentes do PMDB se mostram tranqüilos de que, quando o TRE/AC analisar as certidões que comprovam que quitou todas as pendências no TCU, sua candidatura será liberada.

Quase parando
Nicolau Junior, candidato a deputado estadual pelo PP, pode até estar montado numa das campanhas mais milionárias do Juruá, mas, para se eleger, precisa ser mais agressivo.

Criado com avó
Um deputado do Juruá comentava ontem que, se Nicolau não mudar seu jeito de “menino criado pela avó”, todo comedido, pode gastar uma fortuna e não conseguirá se eleger.

Inferno astral
O ex-prefeito Nílson Areal (PR) está sentindo o que é estar fora do poder. Muitos que lhe juravam “fidelidade”, agora se negam a apoiar sua esposa para deputada estadual.

Fato estranho
Para não pegar rescaldo na sua cassação, Nílson mandou colocar na propaganda da mulher, ao invés de Leuda Areal, o nome “Leuda Mendes”.

Está fora
Como “Leuda Mendes” está na aliança do PT, se prepare para ter 5 mil votos se quiser ganhar.

Furando esquema
Quem vem furando esquemas com a sua candidatura, em Sena Madureira, é o petista Zenildo Vieira, que disputa uma vaga de deputado estadual, comendo com inteligência pelas beiradas.

Contabilidade
Nas contas do deputado Luiz Gonzaga (PSDB), a coligação PSDB-PSL fará no máximo três deputados estaduais e prevê uma disputa dura, por existirem oito nomes que considera fortes.

Nomes de ponta
Os nomes de ponta dessa coligação são os deputados Luiz Gonzaga, Donald, Luiz Calixto, Josemir Anute, a ex-prefeita Toinha Vieira, Major Wherles Rocha, Bebeto, os vereadores Mirlene (Feijó), Laurita (Plácido de Castro), Alonso (Capital) e ainda, Daniel (Sintesac).

Procurando a mônica
“Plante essa idéia”, é o slogan do candidato a deputado estadual, Cebolinha (PRP).

Rodada no interior
A oposição começa no próximo dia 18, em Acrelândia, o giro de comícios pelos municípios do interior, com uma parada mais longa no Vale do Juruá, notadamente em Cruzeiro do Sul.

Compra de votos
Ou o Tribunal Regional Eleitoral do Acre monta com a PF um esquema de inteligência nos bairros para flagrar a montagem de “lista de compra de votos” ou essa eleição vai perder muito de sua legitimidade. A prática virou uma espécie de mercado informal na política. É só monitorar figuras carimbadas do movimento comunitário e cabos-eleitorais que a casa cairá.

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