Política local 17/07/2010

“Quero ser o mais votado da oposição para disputar a PMRB em 2012”.

Meta de Márcio Bittar (PSDB), candidato a deputado federal.

Aviso aos navegantes
Quando coloco que um político faz parceria com outro, não necessariamente alguém está comprando ou alguém foi comprado. Fica com a consciência de cada um. Deixemos pois, de melindres: não se trata de incentivo a uma ação do TRE/AC.

Mina de ouro
A candidata a deputada federal Antonia Lucia (PSC) deve ter uma mina de ouro. Ou não teria a campanha mais milionária desta eleição. Seus banners estão em tudo que é biboca da cidade.

Exército nas ruas
A previsão de um político engajado na sua campanha é que no dia da eleição tenha 30 mil cabos eleitorais nas ruas da Capital, sem falar no exército montado nos demais municípios.

Vaga de medalhão
Nesta batida, ela pode com este esquema poderoso derrubar os medalhões da sua coligação.

Mão no ombro
O presidente da Fieac, João Francisco Salomão, reuniu os filiados à entidade, no “Big Lanche”, e anunciou os seus candidatos: Gladson Cameli (PP) para deputado federal e Ermício Sena (PT) à Aleac.

Burro na sombra
Candidato que pega um apoio deste porte é o mesmo que amarrar o burro na sombra.

Orelha de freira
O programa de governo do candidato Tião Bocalom (PSDB) é igual orelha de freira, ninguém vê. Até aqui tem se limitado a atacar os adversários sem explicitar seus projetos para o Acre.

Não é o debate
Não são ataques raivosos que o eleitor quer ouvir e assistir de quem pretende governar o Acre, mas, sim um debate em alto nível sobre os problemas do Acre e de que maneira resolvê-los.

Ótima notícia
Pelo que tem dito o presidente do TRE/AC, desembargador Arquilau de Castro Melo, nesta eleição a Justiça Eleitoral vai atuar de forma conjunta com os parceiros no combate à compra de votos.

Balcão de negócios
Algumas igrejas evangélicas se transformaram nesta campanha num verdadeiro balcão de negócios políticos, onde se clama, se ora, de olho nos votos dos fiéis e no resultado das urnas.

Entrar de sola
Se a PF, uma polícia extremamente preparada,  entrar de sola nesta questão de compra de votos através de montagem de “listas” nos bairros, vai engaiolar muitos cabos-eleitorais.

Figuras carimbadas
Nos bairros todo mundo sabe quem comanda os esquemas de “listas”, são figuras carimbadas.

Meio caminho
Se mirar no movimento comunitário a PF já terá meio caminho da investigação andado.

Campanha redonda
Quem está com uma campanha redonda na coligação petista para deputado estadual é o candidato Geraldo Pereira (PT), cuja votação não ficará restrita à Capital, mas a todo Vale do Acre.

Metade do salmo
O pastor Rodson, candidato a deputado federal, se dizia ontem abismado com a forma de fazer política rasteira de alguns: não viu a metade dos salmos, deixa chegar o dia da eleição.

Madrugando na estrada
Ontem, 4 horas da manhã o candidato ao governo, Tião Viana (PT), estava num frigorífico em Senador Guiomard em campanha. O anfitrião Mauro Ribeiro chegou 6 horas com cara de sono.

Muito simples
O TRE bem que poderia cotejar as encomendas feitas por candidatos nas gráficas e empresas que trabalham com placas e banners e comparar com o que eles declararam que vão gastar.

Confusão a vista
Carioca foi para Brasiléia. Quando se dirige a algum município é porque tem confusão. Lá, o PT está dividido entre o apoio aos candidatos à Aleac, Zico Bronzeado (PT) e Ermício Sena (PT).

Cavalo na chuva
O deputado N.Lima (DEM) previu a jornalistas que a candidatura de Márcio Bittar (PSDB) à PMRB passa pela eleição de Petecão ao Senado. “Sem isso, o Petecão é o candidato”, avisa.

Pode surpreender
Em todas listas sobre quem se elegerá na coligação do PT, alguns não colocam o deputado Zé Carlos (PTN). Estão enganados: o Zé terá uma votação que vai surpreender muita gente.

Pepino na mão

É possível que nos primeiros dias do próximo mês o TSE julgue o recurso do prefeito cassado de Sena Madureira, Nílson Areal (PR). Se der a lógica e for mantida a cassação, o TRE estará com um bruto pepino na mão, já que terá que marcar uma nova eleição em pleno curso da campanha estadual para os cargos majoritários e proporcionais. A exemplo do que ocorreu com o “Referendo” é possível que marque a data para depois da realização do primeiro turno.

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