Política local 21/07/2010

“Cabe aos partidos dos candidatos majoritários montar os palanques para os comícios”.


Deputado federal Flaviano Melo (PMDB).

Quem pariu Mateus, embale!
O prefeito de Cruzeiro do Sul, Wagner Sales (PMDB), não montará um palanque específico para o candidato ao governo, Tião Bocalom (PSDB). Foi o que me  adiantou ontem numa conversa o deputado federal Flaviano Melo (PMDB), esclarecendo que haverá um palanque da  deputada Antonia Sales (PMDB), a ser fran-queado aos candidatos majoritários da oposição.

Estrutura separada
Será dado espaço no palanque ao Bocalom (PSDB), ao Petecão (PMN), ao João Correia (PMDB), e fora isso o PSDB que monte um palanque para os seus candidatos proporcionais, comentou.

Sem sentido
Na sua avaliação não tem sentido a deputada Antonia Sales (PMDB) montar um palanque e abarrotar de candidatos a deputados estaduais da oposição, seus adversários na disputa.

De maneira alguma
Para Flaviano Melo, quem é candidato a governador e senador tem que ter estrutura mínimna de campanha e de maneira alguma Wagner Sales usará a máquina da prefeitura na eleição.

Não briga
Sobre a pesquisa do Ibope paga pela Fieac, o deputado federal Flaviano Melo foi lacônico: “não brigo com as pesquisas”. Mas, ressalva ser cedo para ava-liar os candidatos majoritários.

Não apostaria
Márcio Bittar (PSDB) acredita que será o candidato do prefeito de Cruzeiro do Sul, Wagner Sales (PSDB), a deputado federal. Eu também acredito na existência do Papai Noel.

Bem curtinho
O empresário Eliazar Machado, do “Posto Machado”, tem sido curto com os candidatos da oposição que vão lhe pedir o tradicional apoio: “meus candidatos são o Jorge e o Tião Viana”.

Terra de ninguém
É bom o major Wherles Rocha (PSDB) não apostar apenas nos votos da PM para se eleger deputado estadual, a corporação é terra de ninguém e por isso terá que inteirar fora.

Respeito conquistado
Um dos deputados da base da FPA mais respeitados junto aos dirigentes do PT é Hélder Paiva (PR), por sempre ter sido leal ao projeto do governo e não exigir nada em troca.

Grupo obstinado
Até que enfim, a usina Ál-cool Verde está preste a entrar em operação. Nunca uma empresa que tentou se instalar no Acre foi tão perseguida por setores am-bientais de todas as áreas.

Pais da criança
Os empresários, que vieram ao Acre convidados pelo governo, por conta da perseguição, acumulou prejuízos. Mas, esperem: na inauguração vão aparecer vários pais da criança.

Otimista
O deputado N.Lima (DEM) anda otimista com a coligação DEM-PPS-PTdoB-PMN,  com 60 candidatos, e na sua contabilidade fará seis deputados estaduais.

Chamou atenção
Nem os dirigentes do PMDB mais otimistas acreditaram quando viram a candidatura ao Senado do ex-deputado federal João Correia (PMDB), chegar aos 11% no Ibope.

Vai na valsa
O PMDB adota aquela do “vai na valsa”, onde tudo é permitido. O ex-prefeito Espiridião Junior (PMDB), candidato a deputado estadual, apóia Márcio Bittar (PSDB) para a Câmara Federal.

Tome tendência!
Cesário, Cesário, tome tendência! Depois não reclame ser vítima de perseguição política!

Pirão com caroço
O ex-prefeito de Brasiléia, Aldemir Lopes, foi com muita sede ao pote, abrindo várias frentes de negociações para apoiar o PT e morreu de sede. Pirão que muitos mexem encaroça.

Acampados em Cruzeiro
Após percorrer os municí-pios do Alto Juruá, os candidatos Tião Bocalom (PSDB) e Sérgio Petecão (PMN), montam hoje acampamento, durante uma semana em Cruzeiro do Sul.

Festa tradicional
A FPA fez ontem a tradicional festa de inaguração do seu comitê central, atrás da Catedral, embalada nos números favoráveis da última pesquisa do Ibope.

Campanha pesada
O deputado federal Nílson Mourão (PT), suplente na chapa de Jorge Viana (PT) ao Senado, é queimado no meio evangélico como membro do Hamas e favorável ao fim do povo de Israel.

Povo santo
Israel está para os evangélicos como uma terra onde mora o “povo de Deus”.

Rigor e justiça
Se falar o contrário estou mentindo: 98% dos atuais deputados estaduais montaram as famosas “listas eleitorais” no dia da eleição. Ou seja, usaram o expediente de compra de votos para se eleger. Não tenho nenhum temor de errar ao fazer essa afirmação. Afinal, Rio Branco é terra de muro baixo, onde tudo se sabe e segredo não dura horas. Por isso é que se espera que a Justiça Eleitoral seja dura com o candidato flagrado neste ilícito eleitoral.

 

 

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