No rumo certo

Uma observação mais atenta aos estandes da Expoacre sugere que o Acre está no rumo certo do seu desenvolvimento com a diversificação da economia. Não há, pois, motivos para temores ou mesmo faniquitos.

É verdade que a pecuária ocupa uma posição de destaque. Até porque se trata de uma feira do setor. Como a comercialização de veículos.

Contudo, já se sobressaem também algumas amostras do setor industrial e extrativista. Embora ainda incipientes, mas como bons indicativos do que o Estado pode avançar, chegando aos poucos ao modelo que se quer e é o mais indicado do ponto de vista ambiental e social, a sustentabilidade.

Como se já assinalou, depois do período conturbado e predatório de sua chegada ao Estado, nas décadas de setenta e oitenta, a pecuária se estabilizou. Pode-se dizer até mesmo que se civilizou.

Com a reação da sociedade, a fiscalização dos órgãos ambientais, impedindo a derrubada da floresta, o setor passou a investir em tecnologia e atualmente está integrado na economia local. Quem precisa avançar também em tecnologia é o setor neoextrativista, gerando mais empregos e renda e não apenas “amostras grátis”.

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