Presidente da Fieac participa de reunião para analisar corredores de escoamento da produção da Amazônia legal

O presidente da Fieac, João Francisco Salomão, participou na tarde da última terça-feira, 13, na sede da Federação das Indústrias do Mato Grosso (FIEMT), em Cuiabá, da reunião para analisar o mapeamento de todos os projetos logísticos de transportes realizados pela empresa Macrologística, dentro do projeto Norte Competitivo.
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Os participantes tiveram a oportunidade de conhecer cada projeto e discutir sua viabilidade sob a ótica da melhoria do escoamento da produção.

Durante a reunião foram apresentados todos os possíveis corredores de escoamento da produção que poderão interligar os nove Estados pertencentes à Amazônia Legal, e, com isso, contribuir para o desenvolvimento da região.

Estavam presentes na reunião, o presidente da FIEMT, Jandir José Milan, o superintendente da Federação das Indústrias de Rondônia, Gilberto Baptista; e representantes da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso; da Aprosoja; das Secretarias Estaduais de Infraestrutura e de indústria e comércio do Mato Grosso, além dos consultores da Macrologística, Olivier Girard e Renato Casali.

Segundo o presidente da Fieac, O Projeto é um estudo moderno, que permite conceber a Amazônia em termos de pensamento holístico e sistêmico. Além disso, possibilita a execução de um trabalho dentro do conceito de desenvolvimento sustentável.

“Acho que essa é uma contribuição que se está proporcionando ao Brasil. O sistema de transporte e logística é um problema de primeira ordem na prioridade dos projetos brasileiros e que infelizmente vinha sendo passado ao largo. Mas, agora chegou o momento de atacá-lo diretamente, com prioridade, porque o valor da função do tempo está perfeitamente definido no Projeto”, acredita Salomão.

Conforme o consultor da Macrologística, Renato Casali, até os dias atuais, ninguém havia discutido a viabilidade de cada corredor tendo como prisma o desenvolvimento de toda a Amazônia Legal. “O que estamos analisando é a competitividade de cada corredor entre os Estados e também os internacionais. Com a finalização do projeto será possível também visualizar um desenho geoeconômico, muito além das fronteiras entre os Estados”, explicou.

Um dos pontos principais do projeto Norte Competitivo é proporcionar que setores que não se desenvolvem pela ausência de uma infraestrutura de logística de transportes, possam também se tornar competitivos. A perspectiva é que o estudo seja concluído no mês de setembro para ser validado pelas nove federações, em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

“O que queremos com essa projeto é ter um estudo que aponte o que devemos fazer para nos tornarmos mais competitivos perante as demais regiões do país”, asseverou o presidente da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Jandir José Milan, acrescentando ainda o fato de que o estudo será uma ferramenta para transmitir a realidade em que cada Estado está inserido e assim reivindicar melhorias para a região. (Ascom Fieac

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