Bocalom, Petecão e João Correia apresentam propostas da oposição em Marechal Thaumaturgo

Segunda-feira foi a vez do município Thaumaturgo, dar as boas-vindas à caravana da oposição. Com o auditório da Câmara Municipal  lotado, os candidatos da Coligação Liberdade, Produzir para Empregar, liderados pelo candidato ao Governo do Estado Tião Bocalom, tiveram um contato direto com todos os segmentos da população, do trabalhador rural ao servidor público, que puderam expor as dificuldades de um  município que sofre com o abandono do Governo.
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Aliado de primeira hora, o prefeito Randinho (PMDB) falou da necessidade de eleger um Governo que não discrimine as prefeituras de oposição, enquanto que o vice, Maurício Praxedes – PMDB lembrou que Thaumaturgo, “sempre foi um polo de resistência contra as perseguições e desmandos do grupo que há 12 anos está no poder”.

Nascido no município, o candidato a deputado esta-dual Eudes Brandão – PPS enfatizou a necessidade da eleição de um representante da região para defender os interesses do município.

O candidato a deputado federal Márcio Bittar – PSDB, que já foi candidato ao Governo do Estado e ao Senado em eleições anteriores, fez um comentário sobre a pesquisa divulgada segunda-feira. Ele acredita que isso não passa de uma tentativa de desestabilizar a campanha da oposição que cresce a cada dia. “Já enfrentei esse pessoal em campanhas anteriores e sei como eles agem. Eles diziam nas pesquisas encomendadas por eles que eu perdia as eleições aqui no Vale do Juruá, por exemplo, e nós sempre ganhamos deles nessa região. Sinto um desespero por parte deles com o crescimento da campanha de Tião Bocalom”, analisou Márcio Bittar que em seu discurso defende um novo projeto de governo que olhe por 60 mil famí-lias que hoje, no Acre, se encontram abaixo da faixa de pobreza e foram esquecidas por um Governo que se volta para as empreiteiras e os grandes empresários. Bittar cobrou ainda os 40 mil empregos e as 20 mil casas populares prometidas pelo Governo a cada eleição “e que até agora, não passaram de enganação e manipulação do eleitor”, completou.

Candidato a uma das vagas do Senado, Sérgio Petecão – PMN destacou que apesar da falta de recursos e de estrutura, a campanha da oposição tem por base “a luta contra a perseguição  e a retomada da produção  em um Estado que hoje depende em tudo da União”. Petecão lembrou que, tanto no interior quanto na Capital, muitos de seus eleitores fazem questão de declarar  pessoalmente o voto, mas evitam fazer isto publicamente com medo das represálias. “É preciso acabar com este terrorismo. Todo cidadão tem direito a escolher seu representante preferido”. Petecão, então, fez um apelo para que todo cidadão vote segundo sua cons-ciência e lembrou ainda que “o voto secreto é a melhor arma para quem quer mudar, e mudar para melhor”.

O candidato a Governo, Tião Bocalom – PSDB, falou que agora cabe à população escolher entre um projeto de liberdade e desenvolvimento ou o continuísmo do revezamento de poder entre um grupo autoritário de elite. Tião do Povão, como está sendo chamado Bocalom no Vale do Juruá, novamente defendeu um “choque de produção” na economia do Estado “para tirar a população acreana da cultura e da dependência do contracheque do governo”. Para o candidato, não basta apenas sobreviver, mas acima de tudo é preciso sonhar. “E para realizar seus sonhos, o homem precisa de trabalho e renda que garanta sua dignidade. Caso contrário, será eternamente uma massa de manobra nas mãos dos poderosos”. (Assessoria)

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